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Correio da Manhã

Desporto
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MÁRIO E KAREN JARDEL À BEIRA DA SEPARAÇÃO

Mário Jardel já viveu dias mais felizes, sendo neste momento a recuperação psicológica do goleador assunto prioritário para a SAD leonina. O agravar dos desentendimentos com Karen, a esposa que gere a carreira do goleador, abalou o futebolista de tal forma que o artilheiro equacionou mesmo a hipótese de colocar um ponto final numa carreira recheada de sucesso.
5 de Julho de 2002 às 22:44
Aliás, basta, por exemplo, recordar o recente livro editado pelo goleador, no qual tece os mais rasgados elogios à sua esposa, para se perceber o admiração que nutre pela esposa. Talvez por isso, porque Karen é idolatrada por Jardel e, quem sabe, sua grande inspiração, Miguel Ribeiro Telles, presidente da SAD, tenha já rumado a Alcochete para dialogar com o seu “matador” e lhe transmitir a solidariedade da administração.

Para já, e depois de ter adiado em alguns dias o seu regresso a Portugal, invocando motivos pessoais, com a devida autorização da SAD, ao corrente de toda a situação que o brasileiro atravessa, Jardel vive dias de alguma decepção. Aterrou na Portela sozinho, prevendo-se que apenas na próxima semana Karen chegue a Lisboa.

A nível pessoal o casamento com Karen está em risco, embora fontes próximas do jogador acreditem ainda na reconciliação, e este é um aspecto que tem pesado fortemente no estado anímico de um jogador que necessita de confiança.

AUSENTE NO JAMOR

Ao que o CM apurou a deterioração do casal Jardel agudizou-se pouco antes da final da Taça de Portugal, na última época, quando Karen viajou só para o Brasil, não assistindo ao triunfo leonino ante o Leixões. Só posteriormente o goleador se juntou à esposa, com o clima bem mais tenso que Jardel certamente desejaria.

Seguiram-se as férias mas nem o período retemperador parece ter sido suficiente para promover a união pretendida opor Super Mário.

De facto, à excepção de alguns dias passados em conjunto, a verdade é que Jardel permaneceu muito tempo sem a sua “cara metade” em Fortaleza, enquanto Karen estava em Porto Alegre, cidade onde habitam os seus pais.

Ao longo deste tempo, os filhos Júnior, que vai fazer seis anos, e Vitória, a caminho dos quatro, estiveram sempre ao lado da mãe.

A juntar aos assuntos de índole pessoal, também o facto de não se ter transferido no defeso, para além da não convocatória para o Mundial que há pouco terminou, serviu para aumentar o desânimo do jogador, que nunca escondeu a vontade de rumar a uma Liga mais competitiva.
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