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Correio da Manhã

Desporto

MILANEZA SEM RIVAL CONTROLA OPERAÇÕES

A formação da Milaneza/Maia voltou ontem a provar, durante a 3.ª etapa do GP MR Cortez/Mitsubishi, com 147,9 Km, entre Pêro Pinheiro e Nafarros, num percurso bastante acidentado, ser uma equipa do primeiro escalão da União Ciclista Internacional, e que, portanto, deveria apenas bater-se com as da sua igualha.
27 de Abril de 2003 às 00:00
O conjunto maiato, de forma natural, repetiu a proeza da véspera, ganhando a tirada, agora através do 'sprinter' espanhol Angel Edo, e colocou mais três elementos nos cinco primeiros lugares.
Esta supremacia dos ciclistas maiatos, que se traduz por uma luta desigual, só pode acarretar prejuízos para o ciclismo nacional, na medida em que as outras formações, de escalão inferior, se vêem privadas de discutir os primeiros lugares e, portanto, de darem satisfação aos seus patrocinadores, com o sério risco destes acabarem por se afastar da modalidade.
O que é facto é que os pupilos de Manuel Zeferino averbaram mais uma vitória de etapa (a terceira), numa competição em que Francisco Perez conserva a camisola amarela. A Milaneza/Maia comanda ainda todas as outras classificações individuais e colectivas, não encontrando oposição.
“Não tenho culpa que as outras equipas não estejam em forma”, alega o técnico maiato, que tem os seus ciclistas bem preparados. “A nossa equipa tem de estar no máximo da sua capacidade nesta altura da época para enfrentarmos as dificuldades da Volta à Romandia (Suíça) na próxima semana”.
Esta competição velocipédica termina hoje, ao que tudo indica com a vitória do actual líder, Francisco Perez, na ligação entre Pêro Pinheiro e Cacém (Agualva), na distância de 168,3 Km.
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