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Correio da Manhã

Desporto
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Moscovo tem trânsito caótico

Para um percurso de 50 quilómetros há que perder três horas.
Sérgio Pereira Cardoso 10 de Junho de 2018 às 09:15
Trânsito da capital é caótico, qualquer que seja o destino e a hora
Moscovo
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Moscovo
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Monumental, belíssima e caótica. Moscovo tem mais habitantes (total de cerca de 12 milhões) do que Portugal e isso reflete-se no trânsito de loucos nos acessos à capital russa. Para fazer de carro os perto de 50 km que separam Kratovo, onde ficará Portugal, da metrópole, dificilmente se demora menos de três horas.

Outra dificuldade: encontrar quem fale inglês. Uma barreira comunicacional que faz com que turistas e jornalistas circulem de telemóvel na mão, aproveitando ao máximo as ferramentas de tradução automática. É, contudo, calorosa a receção a quem vem de fora e a cidade está plenamente aberta ao futebol.

Até a Praça Vermelha virou uma Fan Zone em construção. Aliás, há muita coisa por terminar a alguns dias do início da prova.

Mais de 10 milhões de passageiros por dia no metro de Moscovo
Moscovo tem uma das mais extensas e ocupadas redes de metro do Mundo, com 10 milhões de passageiros diários(tantos quanto os habitantes de Portugal).

Inaugurado em 1935, na era Estaline, o ‘Palácio Subterrâneo’, como é conhecido, distingue-se pelas belíssimas estações, ricamente decoradas, com murais, mosaicos e lustres ornados.

A rede do Metro  é composta de 206 estações, distribuídas por 12 linhas através de 346 km (é o sexto mais extenso do Mundo atrás de Nova Iorque, Londres, Paris, Tóquio e Seul). Há roteiros turísticos variados, com preços que vão dos 30 a mais de 100 euros.

Onde a água é mais cara que a gasolina
O pára/arranca que faz parte do dia a dia dos moscovitas até nem fica muito caro. A gasolina custa algo como 60 cêntimos/litro, embora os russos se queixem de um recente aumento nos preços. Ainda assim, um litro de água vale bem mais: 1,40 € numa loja de rua.

66 mortos no estádio que recebe seleção
O renovado Estádio Luzhniki, que recebe a abertura, a final e o Portugal-Marrocos, foi palco de uma tragédia, em 1982: no Spartak de Moscovo-HFC Haarlem, para a Taça UEFA, numa saída apressada, os espectadores escorregaram e instalou-se o pânico. Morreram 66 pessoas.
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