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Correio da Manhã

Desporto

Mulheres portuguesas em bandeira gigante

Milhares de mulheres vestidas com as cores da bandeira nacional vão tentar formar a maior ‘bandeira portuguesa no feminino’ no próximo dia 20 no Estádio Nacional.
3 de Maio de 2006 às 00:00
Trata-se de uma iniciativa do Banco Espírito Santo (BES) e enquadra-se na campanha de apoio à selecção nacional que a instituição de Ricardo Salgado irá anunciar hoje, numa conferência de Imprensa onde estará também presente o seleccionador nacional, Luiz Felipe Scolari. Ontem, Ricardo Espírito Santo Salgado e Scolari jantaram juntos, no que foi classificado como “um jantar de cortesia”.
O BES vai gastar 2,3 milhões de euros num conjunto de iniciativas de apoio à Selecção e que visa reposicionar a marca, aproximando-a dos seus clientes.
Uma das características desta campanha é o facto de ser toda dirigida e protagonizada só por mulheres. Uma exigência do banco que tem como objectivo “chamar as mulheres para o futebol”, adiantou o director de Comunicação do BES, Paulo Padrão.
Para além desta ‘bandeira humana’, o banco vai distribui dez mil cachecóis da Selecção no próximo dia 16 de Maio, espalhando-os por toda a Avenida da Liberdade.
Ainda para protagonizar a campanha de apelo às mulheres portuguesas para apoiarem a Selecção foram ‘seleccionadas’ quatro mulheres: Fátima Lopes, Rita Salema, Luciana Abreu e Rita Andrade, representativas de diferentes estratos etários e com influência nos principais públicos-alvo do segmento feminino.
'PALANCAS' EM ZURIQUE
O vice-presidente da Federação Angolana de Futebol, José Luís Prata, está em Zurique para fazer o ‘forcing’ final por Pedro Emanuel e Chainho. Os ‘palancas negras’ querem resolver a questão, que pode impedir os jogadores de actuarem por Angola – para haver uma mudança de selecção, tem de ser feito um pedido à FIFA até que o jogador atinja a idade de 21 anos. Ora, ambos os jogadores têm 31 anos.
HISTÓRIAS DE PORTUGAL NO MUNDIAL
CARLOS MANUEL LIDEROU REVOLUÇÃO DE SALTILLO
Carlos Manuel foi o jogador que mais se destacou na revolução de Saltillo. Em causa estava um caderno reivindicativo relacionado com os prémios de jogo e verbas da publicidade. Todas as reuniões que a Selecção efectuou nas salas do Hotel La Torre foram lideradas pelo herói de Estugarda, assim considerado por ter sido o autor do golo da vitória (1-0) de Portugal frente à Alemanha, que permitiu o acesso dos ‘Infantes’ ao Mundial do México, em 1986.
O médio do Benfica teve sempre a seu lado Diamantino, Oliveira e Bento. Durante os dias que a equipa esteve concentrada, o chamado Grupo do Barreiro também efectuou algumas reuniões em que não estiverem presentes a totalidade dos jogadores.
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