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Correio da Manhã

Desporto
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Não esperava chegar a um grande tão cedo

Paulo Ribeiro, guarda-redes do V. Setúbal, vai reforçar a baliza do FC Porto na próxima época. Quando começou a jogar nos infantis dos sadinos, aos dez anos de idade, o jovem internacional luso estava longe de imaginar que com apenas 21 anos, completados no domingo, iria chegar a um grande no futebol nacional.
10 de Março de 2005 às 00:00
“Confesso que não esperava chegar a um grande tão cedo. Não é frequente no caso dos guarda-redes. Se a transferência se concretizar, é uma excelente prenda para mim e motivo de orgulho”, sublinhou o atleta em final de contrato.
Com 20 internacionalizações no currículo, o guardião, natural de Setúbal e residente em Praias do Sado, não esconde a alegria pela possibilidade de poder voltar a trabalhar com José Couceiro. “Já trabalhei com o mister Couceiro e encaro com muita satisfação a hipótese de voltar a fazê-lo. É um excelente treinador. Nunca me vou esquecer da grande oportunidade e voto de confiança que me deu, aos 20 anos, para defrontar o Sporting em Alvalade”, frisou, recordando a última partida em que Couceiro dirigiu os sadinos antes de se transferir para o FC Porto.
Em relação à mudança para um clube com as ambições do FC Porto, Paulo Ribeiro garante que não se atemoriza. “Tenho de encarar a nova etapa da mesma forma que os jogadores que lá estão. O clube tem uma dimensão enorme na Europa e no Mundo e tenho de estar preparado para essa responsabilidade”.
Sobre a herança pesada de ir jogar para um lugar que é ocupado por Vítor Baía, Paulo Ribeiro assegura estar tranquilo. “Não vou para o FC Porto para suceder a ninguém. Vou dar o meu melhor. O Baía é dos melhores do Mundo”.
Paulo Ribeiro, que tem como ídolo o ‘keeper’ da Juventus, Buffon, frisa estar preparado para ser emprestado. “O meu objectivo é lutar pela titularidade” .
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