Protestos: Vieira desvaloriza contestação

Luís Filipe Vieira não viu os graffitis nem ouviu os protestos e insultos que lhe foram dirigidos pela claque No Name Boys frente, ao Marítimo (vitória das águias por 4-1), mas quando soube do sucedido optou por ignorar os actos.

23.04.12
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Protestos: Vieira desvaloriza contestação
As frases pintadas em torno do Estádio da Luz lembram algumas das promessas não cumpridas do presidente Luís Filipe Vieira. Em ano de eleições (Outubro), o líder benfiquista está a ser muito contestado. Foto MANUEL AZEVEDO E DUARTE RORIZ

O CM sabe que o presidente do Benfica se encontra no estrangeiro em viagem de carácter particular e não assistiu ao jogo com a equipa insular. Contudo, foi-lhe transmitido o que se passou antes e durante o jogo e, sabe o CM, o presidente das águias não deu grande relevância ao assunto.

Na Luz, o entendimento é de que apenas um pequeno grupo de elementos dos No Name Boys está por detrás das manifestações dos últimos dias, que incluíram graffitis e frases nas paredes do estádio contra o presidente.

Foi explicado a Vieira que quando o grupo de adeptos iniciou os protestos, ecoando o seu no-me, 90 por cento do Estádio da Luz reagiu com assobios. Inclusive muitos adeptos dos No Name não se reviram na atitude de insultar Vieira e houve confrontos físicos. Elementos da claque não gostaram que fosse proibida uma faixa a dizer: "O Benfica somos nós."

O CM apurou que a contestação desse pequeno grupo de adeptos é entendida na Luz como precipitada, pois a Liga ainda não acabou e o clube das águias fez uma boa carreira internacional, com um importantíssimo encaixe financeiro e a quase garantida entrada na Liga dos Campeões da próxima época. Os defensores de Luís Filipe Vieira lembram que quando o presidente chegou o Benfica nem beliscava o FC Porto e que agora luta de igual para igual.

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