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Racismo dá castigo à Juventus

A Juventus foi ontem punida com um jogo à porta fechada, na sequência dos cânticos racistas dos seus adeptos a Mário Balotelli, avançado do Inter de Milão, no embate de sábado em Turim (1-1).

21 de abril de 2009 às 00:30

 A decisão tomada pelo juiz Gianpaolo Tosel, que acusou os adeptos da ‘Vecchia Signora’ de "discriminação racial", surgiu um dia depois de o presidente da Juventus, Cobolli Gigli, ter condenado tal atitude. "Não há desculpas nem justificações para este tipo de comportamentos. É preciso promover uma cultura desportiva fundada no respeito pelo adversário e na luta contra o racismo", disse.

Já Massimo Moratti, presidente do Inter, juntou-se ao coro de críticas. "Se estivesse no estádio teria descido do camarote e ido até ao relvado ordenar à equipa que saísse de jogo. Foi terrível", afirmou à ‘Gazzetta dello Sport’.

Balotelli, de 18 anos, foi o herói do Inter nessa partida (da 32º jornada da Liga italiana), ao marcar o golo que ajudou os nerazzurri a manter os dez pontos de vantagem para o adversário, a seis jornadas do fim.

 

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