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Correio da Manhã

Desporto

Reviravolta é “difícil mas não impossível”

Nuno Espírito Santo quer que equipa esqueça derrota da primeira mão.
Sérgio Pereira Cardoso 14 de Março de 2017 às 01:30
Nuno Espírito Santo
Nuno Espírito Santo
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Sem desistir. Nuno Espírito Santo não baixa os braços, apesar do cenário complicado que enfrenta hoje frente a uma Juventus que venceu no Dragão (2-0) na primeira mão destes oitavos de final da Liga dos Campeões. O treinador do FC Porto apoia-se no bom momento da equipa e na imprevisibilidade do desporto.

"Trata-se de um jogo de futebol e nós somos, cada vez mais, repetidamente surpreendidos por aquilo que um jogo de futebol pode trazer. É com esse espírito que abordamos o encontro", referiu Nuno Espírito Santo. "Vai ser uma partida complicada. É difícil, mas não impossível", frisou o técnico dos dragões sobre a eliminatória.

Nuno Espírito Santo rejeita ainda equivaler a missão portista àquela que levou à remontada do Barcelona com o PSG. "Temos um jogo diferente, com um adversário diferente. Sabemos que defrontamos a Juventus na sua casa, onde é muito forte. Será um encontro longo, competitivo e duro. Teremos de controlar as nossas emoções, ser consistentes e, ao mesmo tempo, criativos. Que ninguém duvide de que viemos para competir, com a maior das motivações", disse.

"Primeiro, acho que devemos esquecer o resultado da primeira mão, que dá vantagem à Juventus, e competir no jogo. Estamos cá para isso", acrescentou, rejeitando colocar as possibilidades portistas em percentagens: "Futebol não é matemática, futebol é emoção."

"É importante ter um plano, ter uma ideia e nunca renunciar. Não se trata de ter um jogo mais ou menos contido, há sim um espírito competitivo tremendo que teremos de demonstrar em campo", atirou ainda o treinador, sem olhar para a vitória (3-0) no campo da Roma, em agosto, que levou o FC Porto à fase de grupos da Champions: "Considero e estou orgulhoso de dizer que estamos melhores do que nessa altura."

A Juventus já não perde em casa para a Europa há 20 jogos e há 46 em todas as provas. Medo? Nem por isso, responde Nuno. "É a realidade, mas também nos motiva dizer que alguma vez terá de ser a ‘primeira’", sublinhou Espírito Santo. 
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