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Correio da Manhã

Desporto
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Sporting com arte mais perto da liderança

Boa exibição dos leões após a derrota europeia com o Arsenal. Regressos importantes de Bas Dost e Mathieu.
Filipe António Ferreira 29 de Outubro de 2018 às 01:30
Jogo entre Sporting e Boavista em Alvalade
Jogo entre Sporting e Boavista em Alvalade
Jogo entre Sporting e Boavista em Alvalade
Jogo entre Sporting e Boavista em Alvalade
Jogo entre Sporting e Boavista em Alvalade
Jogo entre Sporting e Boavista em Alvalade
Jogo entre Sporting e Boavista em Alvalade
Jogo entre Sporting e Boavista em Alvalade
Jogo entre Sporting e Boavista em Alvalade
Jogo entre Sporting e Boavista em Alvalade
Jogo entre Sporting e Boavista em Alvalade
Jogo entre Sporting e Boavista em Alvalade
Jogo entre Sporting e Boavista em Alvalade
Jogo entre Sporting e Boavista em Alvalade
Jogo entre Sporting e Boavista em Alvalade
O Sporting fez o que lhe competia no fecho da 8ª jornada: venceu de forma justa e com bons momentos o Boavista e aproximou-se da liderança. O bónus para José Peseiro acabou por ser os regressos de Bas Dost e Mathieu, bem como a estreia muito positiva do endiabrado Diaby.

Depois do tropeção do Sp. Braga, do desaire do Benfica e do triunfo do FC Porto os leões só tinham um objetivo em mente: vencer e conseguir apertar os líderes. Conseguiu-o com distinção com bons golos e momentos de bom futebol.

A entrada foi forte e desde logo marcada pela irreverência e velocidade de Diaby. Mas os primeiros sinais reais de perigo surgiram por Battaglia e Acuña que testaram a atenção do axadrezado Helton Leite.

A resposta boavisteira foi imediata com o angolano Mateus a disparar com estrondo ao poste esquerdo da baliza de Renan que voltou a deixar Salin no banco de suplentes. Um susto que não afetou. Os leões reagiram e continuaram a controlar com constantes descidas dos extremos, sempre com muita gente na área contrária.

Num desses momentos, Montero, descaído para uma das faixas, baila à frente de um defesa do Boavista e cruza para o interior da área com Nani a cabecear de cima para baixo. Estava desatado o nó com direito a um inédito mortal desde o arranque da temporada. O Sporting continuou a controlar sem grandes sinais de cansaço depois do exigente jogo na quinta-feira com o Arsenal para a Liga Europa.

O Boavista surgiu um pouco mais atrevido no segundo tempo mas o segundo golo matou o jogo. A melhor jogada do encontro teve Montero, Diaby e depois Bruno Fernandes como intervenientes.

Ainda atordoados com o segundo dos leões, os axadrezados sofreram o terceiro. Bruno Fernandes disparou contra um adversário, a bola sobrou para Nani que disparou de cima para baixo sem hipóteses para Helton Leite.

Até final o Sporting podia ter feito mais um golo, mas Helton Leite impediu que o regresso de Bas Dost provocasse euforia extra entre os poucos mais de 27 mil espectadores que ontem estiveram em Alvalade.

Próxima paragem do leão é nos Açores para defrontar o Santa Clara. Os dois pontos de diferença para FC Porto e Sp.Braga dão alento e acima de tudo atenuam alguma contestação ao técnico José Peseiro.

"Vitória justa e uma exibição muita boa"
"Vitória justa e uma exibição muito boa. Os jogadores deram resposta porque têm valor", disse José Peseiro, treinador do Sporting. O técnico individualizou três jogadores. "Sabemos do valor do Diaby. Bons regressos do Bas Dost e Mathieu".

ANÁLISE 
Regressos e novidade
Para além da boa exibição, José Peseiro teve excelentes notícias na noite de ontem. Apostou e bem no estreante Diaby. Viu regressar a experiência de Mathieu à defesa, o faro de golo de Bas Dost e a utilidade e polivalência de Bruno César.

Pouca ambição
Tirando uma bola ao poste de Mateus no primeiro tempo e um lance perigoso com André Claro já perto do final, o Boavista pouco ou nada importunou a baliza de Renan. A ambição fica bem nas palavras mas tem de ser traduzida para dentro de campo.

Sem grandes problemas
Numa noite sem grandes problemas, podia e devia ter visto [o VAR também] o toque desnecessário de Nani no rosto de David Simão (24’). De resto pouco ou nada a assinalar. Carlos Xistra foi salomónico na disciplina em lances mais quentes.
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