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Correio da Manhã

Desporto
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Último dia no escritório

A pontualidade é a marca dos grandes e Liedson foi previsivelmente pontual no seu último dia de escritório. Único a bisar numa jornada com 21 golos, evitando ao Sporting a humilhação de uma derrota caseira com o último, o levezinho já justificaria o estatuto de figura em condições normais.
8 de Fevereiro de 2011 às 00:30
Último dia no escritório
Último dia no escritório

Mas não estamos a falar de condições normais. No actual estado de degradação, no campo e fora dele, o Sporting oferece apenas uma garantia aos seus adeptos: a de que tudo pode complicar-se mais do que o previsto.

Sexta-feira, em Alvalade, todas as peças se encaixaram, como num mau argumento de Hollywood, escrevendo ‘fim de ciclo’ em letras garrafais. Da enésima repetição de erros colectivos até à paciência perdida dos adeptos, da persistência de Paulo Sérgio como única resposta perante o chão que teima em fugir-lhe, até ao momento em que Liedson deu o expediente por fechado, tudo serviu para fechar o ciclo. E se este já não foi bom, muitas lágrimas vistas em Alvalade reflectem, seguramente, o receio pelo que virá a seguir.

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