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Correio da Manhã

Desporto
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Uma mão-cheia de promessas

O Benfica prosseguiu ontem de forma retumbante o processo de recuperação do mau começo da temporada e a caminhada para a final do Jamor, com uma goleada inesperada por 5-0, explorando de forma implacável a passividade do Olhanense e deixando mais promessas para o futuro na Taça de Portugal e nas restantes provas
13 de Janeiro de 2011 às 02:33
Argentino Javier Saviola marcou logo no início do golo, abrindo porta à goleada
Salvio comemora o seu golo junto a Ruben Amorim
Carlos Martins só jogou na primeira parte, cedendo o seu lugar a Aimar, mas deu muito trabalho aos visitantes
Lateral-esquerdo Fábio Coentrão numa disputa de bola com o algarvio Jorge Gonçalves
Apesar de um resultado final desnivelado, futebolistas de ambas as equipas empenharam-se ao longo do jogo
Paraguaio Cardozo festeja o primeiro dos dois golos que marcou no Estádio da Luz
Treinador Daúto Faquirá não conseguiu pôr os jogadores do Olhanense a dar a volta aos acontecimentos
Brasileiro Airton voltou a dar bons sinais no meio-campo do Benfica
Defesa central Luisão não terminou o jogo sem marcar um golo
Desta vez Jorge Jesus não teve a menor dificuldade em passar para a eliminatória seguinte
Argentino Javier Saviola marcou logo no início do golo, abrindo porta à goleada
Salvio comemora o seu golo junto a Ruben Amorim
Carlos Martins só jogou na primeira parte, cedendo o seu lugar a Aimar, mas deu muito trabalho aos visitantes
Lateral-esquerdo Fábio Coentrão numa disputa de bola com o algarvio Jorge Gonçalves
Apesar de um resultado final desnivelado, futebolistas de ambas as equipas empenharam-se ao longo do jogo
Paraguaio Cardozo festeja o primeiro dos dois golos que marcou no Estádio da Luz
Treinador Daúto Faquirá não conseguiu pôr os jogadores do Olhanense a dar a volta aos acontecimentos
Brasileiro Airton voltou a dar bons sinais no meio-campo do Benfica
Defesa central Luisão não terminou o jogo sem marcar um golo
Desta vez Jorge Jesus não teve a menor dificuldade em passar para a eliminatória seguinte
Argentino Javier Saviola marcou logo no início do golo, abrindo porta à goleada
Salvio comemora o seu golo junto a Ruben Amorim
Carlos Martins só jogou na primeira parte, cedendo o seu lugar a Aimar, mas deu muito trabalho aos visitantes
Lateral-esquerdo Fábio Coentrão numa disputa de bola com o algarvio Jorge Gonçalves
Apesar de um resultado final desnivelado, futebolistas de ambas as equipas empenharam-se ao longo do jogo
Paraguaio Cardozo festeja o primeiro dos dois golos que marcou no Estádio da Luz
Treinador Daúto Faquirá não conseguiu pôr os jogadores do Olhanense a dar a volta aos acontecimentos
Brasileiro Airton voltou a dar bons sinais no meio-campo do Benfica
Defesa central Luisão não terminou o jogo sem marcar um golo
Desta vez Jorge Jesus não teve a menor dificuldade em passar para a eliminatória seguinte

Se o jogo recente da Liga com os algarvios só foi desbloqueado por um deslize do guarda-redes Moretto, um dos ausentes de ontem, desta vez, foi o talento dos avançados encarnados que fez a diferença, com mais uma mão-cheia de golos de belo efeito, a coroar uma exibição agradável, profissional, mas pouco ou nada posta em questão pelo adversário.

O primeiro golo surgiu aos 20 minutos por Saviola, a passe de Carlos Martins, ficando desde logo a ideia de que a eliminatória estava arrumada, tal a dificuldade dos algarvios em acompanharem as acelerações do meio-campo lisboeta. Sete minutos depois, Salvio aproveitou um bom passe de Saviola e, ainda antes do intervalo, Cardozo apontou o melhor golo da noite, com um chapéu soberbo.

No segundo tempo, manteve-se a superioridade do Benfica, num exercício de fogo real , em particular nos lances de bola parada. Num canto, Luisão fez o quarto golo, com a bola a passear na área do Olhanense, e, perto do final, Cardozo voltou a marcar, num vólei magnífico que surpreendeu Batista.

Ao contrário de outras fases desta temporada, o Benfica não desperdiçou ocasiões, marcando cinco golos em praticamente o mesmo número de remates à baliza, enquanto o Olhanense não chegou a criar qualquer situação, despedindo-se de forma discreta e triste da Taça de Portugal.

JESUS ELOGIA GAITÁN E SALVIO

"Em função dos números, parece que foi um jogo fácil. Confundimos completamente o Olhanense, que é a segunda melhor defesa da Liga", disse Jorge Jesus. O técnico do Benfica destacou a exibição dos "flanqueadores" (Gaitán e Salvio). "Chegámos com muita facilidade às zonas de decisão", destacou, apontando a conquista da Taça como um "forte objectivo". Sobre o reforço Jardel, pouco ou nada avança: "Diz respeito à SAD. O Benfica está atento a todos os bons jogadores. Não quer dizer que contratemos todos os que vêm nos jornais." n a.p.

FICHA DE JOGO

Taça de Portugal - ‘0itavos'

Estádio da Luz - Assistência: 5000

BENFICA: Júlio César, Ruben Amorim, Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão (Maxi Pereira 78'), Airton, Carlos Martins (Aimar 46'), Gaitán, Salvio, Saviola (Alan Kardec 64'), Cardozo.

Treinador: Jorge Jesus

OLHANENSE: Ricardo Batista, João Gonçalves, Maurício, Mexer, Ismaily, Fernando Alexandre (Lulinha 73'), Rui Duarte, Cadu, Paulo Sérgio, Jorge Gonçalves (Nuno Piloto 59'), Adilson (Yontcha 64').

Treinador: Daúto Faquirá

Golos: 1-0 Saviola (20'), 2-0 Salvio (27'), 3-0 Cardozo (41'), 4-0 Luisão (62'), 5-0 Cardozo (80')

Árbitro: Paulo Baptista (Portalegre) 6

Disciplina: amarelos: Maurício (22'), Fábio Coentrão (29'), Luisão (38'), Cardozo (51') e Fernando Alexandre (71').

Classificação do jogo 6

cardozo benfica taça de portugal olhanense saviola carlos martins jorge jesus
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