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Correio da Manhã

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Villas-Boas alerta para próximos cinco meses

O treinador de futebol do FC Porto alertou esta terça-feira para a importância dos próximos cinco meses, "aqueles que decidem os troféus", e focou a equipa no "objectivo interno" de manter a invencibilidade até ao final de 2010.

14 de Dezembro de 2010 às 14:58
André Villas-Boas durante a antevisão ao jogo com o CSKA
André Villas-Boas durante a antevisão ao jogo com o CSKA FOTO: Fernando Veludo/Lusa

Na antevisão ao jogo de amanhã com o CSKA de Sofia, o último da  fase de grupos da Liga Europa, André Villas-Boas garantiu que "não falta motivação" à equipa, porque embora esteja já conseguido o primeiro lugar do grupo, "faltam dois jogos [o outro é domingo, em Paços de Ferreira] para se concluir um objectivo importante".  

 

"Não nos podemos desligar do que está para a frente. Ainda faltam cinco meses e esses são os que nos dão os troféus. Estamos a viver uma fase boa, com elogios, mas ainda falta o período dos títulos e das definições", frisou. 

 

Villas-Boas lembrou que "qualquer saída de uma competição" será um "objectivo  não conseguido" e que depois "tudo se esquecerá", mas também rejubilou com  o bom início de época.  

 

"Temos garantido, com uma jornada de antecedência, a qualificação para  a próxima fase da Liga Europa, conseguimos a qualificação para os 'quartos'  da Taça de Portugal e temos oito pontos de avanço, uma margem boa, no campeonato. Mas o que conta é o que aí vem", lembrou.  

 

O treinador, que desvendou nova oportunidade no ‘onze’ para o colombiano James Rodriguez, pelo "nível de rendimento que tem tido nos treinos", admitiu  ainda que, frente ao CSKA (20h05, no Dragão), fará a ‘gestão’ habitual, já que o plantel "é muito competitivo" e tem respondido bem às exigências. 

 

Villas-Boas agradeceu ainda as palavras do antigo treinador do FC Porto Jesualdo Ferreira, que elogiou o seu trabalho, optou por não "dar sequência" ao "caso" Elmano Santos, árbitro do encontro com o Vitória de Setúbal, e  voltou a falar sobre a "frustração" que as equipas eliminadas da Liga dos Campeões e remetidas para a Liga Europa devem sentir.  

 

Sobre Jorge Jesus, André Villas-Boas disse não esperar "solidariedade do treinador do Benfica" e que, quando o defendeu a propósito das críticas,  estava a fazê-lo em relação ao "homem, enquanto treinador".

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