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Correio da Manhã

Desporto
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“Vitória deve 15 milhões”

O V. Setúbal deve 15 milhões de euros e todos os meses faltam cerca de 150 mil." Foi assim que Fernando Pedrosa, presidente do Conselho Vitoriano, explicou o facto de não ter aparecido qualquer candidato para liderar os destinos do clube, na assembleia geral que se realizou na sexta-feira à noite, no Pavilhão Antoine Velge.
20 de Julho de 2008 às 00:30
O sadino Elias (à dir.) foi um dos jogadores que actuou ontem, na Nazaré, no empate (1-1) com o Cardiff
O sadino Elias (à dir.) foi um dos jogadores que actuou ontem, na Nazaré, no empate (1-1) com o Cardiff FOTO: Paulo Henriques

Já Ilídio Ferreira, presidente da AG, que defendeu que a resolução dos problemas do clube depende da Câmara Municipal e da Pluripar (entidade promotora do novo estádio), assegurou que vai continuar a envidar esforços para encontrar uma alternativa, mantendo-se a Comissão de Gestão demissionária em funções até nomeação de uma nova.

A reunião ficou ainda marcada pela retirada de Carlos Costa menos de uma hora após o início da AG. O dirigente ficou incomodado pelos reparos de alguns sócios e emocionado pelos constantes apelos dos adeptos para que permaneça à frente do clube.

Entretanto, o V. Setúbal despediu-se ontem de manhã do estágio da Quinta do Pinheiro, Nazaré, com um empate (1-1) frente ao Cardiff City, finalista da última edição da Taça de Inglaterra (perdeu, por 1-0, com o Portsmouth).

BrunoMoraes, avançado cedido pelo FC Porto, foi o autor do golo sadino (14’). Os britânicos chegaram ao empate aos 74’ por Thomson.

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