page view
Imagem promocional da micronovela
MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

ZAHOVIC JÁ PEDIU DESCULPAS

Chegou ao fim a “guerra” entre Zahovic e a claque mais antiga do Benfica, os Diabos Vermelhos. O caso ficou encerrado após o encontro com o Beira-Mar, realizado em Torres Novas no passado sábado. No final do jogo, que o Benfica ganhou por 1-0, alguns membros da claque conversaram com o futebolista esloveno e este pediu desculpas pelo sucedido no Funchal.

01 de fevereiro de 2003 às 00:00

“O jogador já falou com alguns elementos da claque, embora nenhum fosse da Direcção, pediu desculpas e o assunto está resolvido”, revelou ao CM Emanuel Lameira, líder dos Diabos, acrescentando: “Na próxima semana vamos fazer um comunicado no nosso ‘site’ (www.diabos1982.com) a explicar tudo o que se passou”.

O diferendo entre jogador e claque começou há duas semanas, no Funchal, após o jogo Marítimo-Benfica. A cena passou-se numa conhecida discoteca, onde Zahovic foi interpelado por alguns benfiquistas para dar autógrafos. Apesar de os “encarnados” terem vencido os madeirenses (2-1), o que já não sucedia há oito anos, o jogador reagiu mal ao assédio dos adeptos, alguns deles membros dos Diabos Vermelhos. “O Benfica é uma merda”, terá dito Zahovic, acrescentando que “o FC Porto foi o melhor clube por onde passei”.

A FAIXA DA POLÉMICA

No encontro seguinte dos “encarnados”, na Luz, frente ao Ajax, os Diabos Vermelhos exibiram uma faixa. “Sabem o que disse Zahovic sobre o Benfica?”, podia ler-se, numa alusão ao referido episódio. Confrontado com o facto, o internacional esloveno não assumiu o sucedido e os Diabos voltaram à carga no jogo com o Beira-Mar, apresentando nova faixa: “Tiveste a arrogância de nos insultar podias ter a humildade de te retractares”.

Por coincidência ou não, Zahovic realizou uma péssima actuação nesse jogo e acabaria por ser substituído ao intervalo. No final desse encontro deu-se então a reconciliação. De resto, o facto de na partida de quarta-feira, ante o Barcelona, a claque ter sido omissa quanto ao caso já deixava indiciar um final feliz.

O líder dos Diabos deixa claro que não existe qualquer perseguição ao jogador, até porque defende que a claque tem por missão apoiar a equipa e não o contrário. “Não queremos fazer disto uma guerra. Marcámos a nossa posição porque para nós o mais importante era exigir que se respeitasse o nome do clube”, remata Emanuel Lameira.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Exclusivos

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8