Bryan Ruiz sobre ataque à Academia do Sporting: "Fiquei com medo, muito preocupado com a minha família"

Bryan Ruiz vai também ser ouvido durante a sessão desta terça-feira.

04 de fevereiro de 2020 às 10:42
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Os jogadores Misic e Bryan Ruiz são ouvidos esta terça-feira no Tribunal de Monsanto no âmbito do julgamento do ataque à Academia do Sporting.10h35 - "Apercebi-me de outras agressões no outro lado do balneário mas não percebi quem foi agredido, nem quem agrediu", acrescenta.10h30 - O croata afirma ainda que não prestou "atenção às ameaças".10h28 - Sobre as agressões com recurso a cinto, Misic diz que o homem que o agrediu "foi a única pessoa" que viu com um cinto.10h25 - "Tinha como se fosse um lençol a tapar a parte de baixo da cara e estava vestido de preto", descreve o jogador. "Tinha uma t-shirt cinzenta, não estava com roupa do Sporting", acrescenta.10h20 - Misic estava "no lado esquerdo do balneário" quando os atacantes entraram. "Diziam palavrões e gritos. Vi empurrões. Fiquei com uma sensação não agradável", conta acrescentando: "Fui agredido na cabeça com um cinto, o indivíduo já vinha com o cinto na mão".10h15 - Misic, atualmente no PAOK, está a ser ouvido. Relata como aconteceu o ataque a Alcochete: "Entraram pessoas de cara tapada, um segurança tentou fechar a porta mas havia muita gente e conseguiram entrar", começa por dizer.  "Entraram pessoas de cara tapada, um segurança tentou fechar a porta mas havia muita gente e conseguiram entrar", começa por dizer. 

O antigo jogador dos leões joga atualmente no clube grego PAOK e está a ser ouvido por videoconferência na 25.ª sessão do julgamento.

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William de Carvalho depôs na sexta-feira em tribunal, onde relatou as agressões de que foi alvo.

Ao minuto: 

16h45 -

16h40 - Ruiz negou ter sido agredido mas assume: "Fiquei com medo, muito preocupado com a minha família", diz admitindo que ele e a família acabaram por sair do país após o ataque.

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16h35 - O jogador confirmou que nenhum dos atacantes tentou acalmar os ânimos. "Estávamos em choque e a tentar defendermo-nos", afirma. 

16h30 - Ruiz diz que alguns dos jogadores foram atingidos com murros e que se encolhiam para se protegerem. "Vi o Monteiro ser agredido duas vezes com mão aberta, vi arremessarem um garrafão em direção ao Battaglia", descreve. "A principal ofensa foi dizerem que se não ganhássemos íamos ver o que era o Sporting", acrescenta. 

16h25 - "Bateram em jogadores, vi baterem no Battaglia, no Acuña, William e Rui Patrício", relata. "Também vi o Bas Dost a sangrar da cabeça", acrescenta.

16h20 - Bryan descreve sucessão dos factos: "Cálculo que tenham entrado cerca de 20 indivíduos, lançaram fumo e avisaram a equipa que tínhamos de ganhar a final". 

16h15 - "Estava no balneário da equipa. Vi pela janela que algo estava a acontecer" começa por explicar. 

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"Vi pessoas com máscaras, tentámos fechar as portas mas eles conseguiram entrar".16h10 - Começa a ser ouvido o jogador que está atualmente a jogar no Santos Futebol Clube.16h00 - Audição de Bryan Ruiz, de 34 anos, começou atrasada devido a dificuldades em estabelecer ligação para a videoconferência. 

14h46 - Bruno César já não será ouvido esta terça-feira. Bryan Ruiz ouvido depois das 15h00.

12h00 - Sessão foi interrompida para almoço. Regressa às 14h00 com dois novos testemunhos, o de Ruiz e Bruno César. 

11h30 - O tribunal tinha tentado notificar Bas Dost, no entanto, sabe o CM, só conseguiu comunicar com o mesmo esta terça-feira. A inquirição do jogador estava marcada para amanhã, quarta-feira, mas não se vai realizar uma vez que o jogador disse estar doente. 

10h45 - "Eles entraram para atacar", afirma. 

10h40 - O futebolista diz ainda que não ficou com medo e viu Bas Dost já depois das agressões. 

10h38 - Misic avança que o ataque "demorou mais ou menos 45 segundos" e posteriormente "acenderam uma tocha e saíram". 

"Quando acenderam a tocha o balneário ficou cheio de fumo, naquele momento achei que tinham ido lá por causa dos maus resultados que o clube tinha naquela altura", relata.

Os jogadores Misic e Bryan Ruiz são ouvidos esta terça-feira no Tribunal de Monsanto no âmbito do julgamento do ataque à Academia do Sporting.

O antigo jogador dos leões joga atualmente no clube grego PAOK e está a ser ouvido por videoconferência na 25.ª sessão do julgamento.

William de Carvalho depôs na sexta-feira em tribunal, onde relatou as agressões de que foi alvo.

Ao minuto: 

16h45 - Sobre as agressões de Battaglia, Ruiz diz este foi golpeado no peito e na cara, já Freddy Moreto foi atacado no rosto. O jogador fala ainda sobre Acuña e afirma que com este "foram muito mais duros". "Eram uns cinco de volta dele", acrescenta. 

16h40 - Ruiz negou ter sido agredido mas assume: "Fiquei com medo, muito preocupado com a minha família", diz admitindo que ele e a família acabaram por sair do país após o ataque.

16h35 - O jogador confirmou que nenhum dos atacantes tentou acalmar os ânimos. "Estávamos em choque e a tentar defendermo-nos", afirma. 

16h30 - Ruiz diz que alguns dos jogadores foram atingidos com murros e que se encolhiam para se protegerem. "Vi o Monteiro ser agredido duas vezes com mão aberta, vi arremessarem um garrafão em direção ao Battaglia", descreve. "A principal ofensa foi dizerem que se não ganhássemos íamos ver o que era o Sporting", acrescenta. 

16h25 - "Bateram em jogadores, vi baterem no Battaglia, no Acuña, William e Rui Patrício", relata. "Também vi o Bas Dost a sangrar da cabeça", acrescenta.

16h20 - Bryan descreve sucessão dos factos: "Cálculo que tenham entrado cerca de 20 indivíduos, lançaram fumo e avisaram a equipa que tínhamos de ganhar a final". 

16h15 - "Estava no balneário da equipa. Vi pela janela que algo estava a acontecer" começa por explicar. 

"Vi pessoas com máscaras, tentámos fechar as portas mas eles conseguiram entrar".

16h10 - Começa a ser ouvido o jogador que está atualmente a jogar no Santos Futebol Clube.

16h00 - Audição de Bryan Ruiz, de 34 anos, começou atrasada devido a dificuldades em estabelecer ligação para a videoconferência. 

As testemunhas abonatórias foram ouvidas durante o período em que se tentava fazer a ligação. 

14h46 - Bruno César já não será ouvido esta terça-feira. Bryan Ruiz ouvido depois das 15h00.

12h00 - Sessão foi interrompida para almoço. Regressa às 14h00 com dois novos testemunhos, o de Ruiz e Bruno César. 

11h30 - O tribunal tinha tentado notificar Bas Dost, no entanto, sabe o CM, só conseguiu comunicar com o mesmo esta terça-feira. A inquirição do jogador estava marcada para amanhã, quarta-feira, mas não se vai realizar uma vez que o jogador disse estar doente. 

10h45 - "Eles entraram para atacar", afirma. 

10h40 - O futebolista diz ainda que não ficou com medo e viu Bas Dost já depois das agressões. 

10h38 - Misic avança que o ataque "demorou mais ou menos 45 segundos" e posteriormente "acenderam uma tocha e saíram". 

"Quando acenderam a tocha o balneário ficou cheio de fumo, naquele momento achei que tinham ido lá por causa dos maus resultados que o clube tinha naquela altura", relata.

10h35 - "Apercebi-me de outras agressões no outro lado do balneário mas não percebi quem foi agredido, nem quem agrediu", acrescenta.

10h30 - O croata afirma ainda que não prestou "atenção às ameaças".

10h28 - Sobre as agressões com recurso a cinto, Misic diz que o homem que o agrediu "foi a única pessoa" que viu com um cinto.

10h25 - "Tinha como se fosse um lençol a tapar a parte de baixo da cara e estava vestido de preto", descreve o jogador. "Tinha uma t-shirt cinzenta, não estava com roupa do Sporting", acrescenta.

10h20 - Misic estava "no lado esquerdo do balneário" quando os atacantes entraram. "Diziam palavrões e gritos. Vi empurrões. Fiquei com uma sensação não agradável", conta acrescentando: "Fui agredido na cabeça com um cinto, o indivíduo já vinha com o cinto na mão".

10h15 - Misic, atualmente no PAOK, está a ser ouvido. Relata como aconteceu o ataque a Alcochete: "Entraram pessoas de cara tapada, um segurança tentou fechar a porta mas havia muita gente e conseguiram entrar", começa por dizer.  "Entraram pessoas de cara tapada, um segurança tentou fechar a porta mas havia muita gente e conseguiram entrar", começa por dizer. 

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