Castigos mais pesados para "dirigentes bipolares"

João Diogo Manteigas pede fim do silêncio de Rui Costa perante pressões de Villas-Boas e Varandas e apresenta propostas para a arbitragem.

06 de março de 2026 às 01:30
João Diogo Manteigas, ex-candiadato às eleições do Benfica. Foto: Direitos Reservados
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João Diogo Manteigas, candidato derrotado nas eleições do Benfica, apresentou esta quinta-feira um conjunto de propostas para a arbitragem, desde explicações sobre nomeações e publicações de relatórios dos observadores de árbitros, a castigos pesados para dirigentes.

O advogado defende que "o setor profissional do futebol não pode permitir que se duvide constantemente do rigor e seriedade dos árbitros, bem como deve sancionar severamente trocas de acusações pífias entre dirigentes bipolares", no que parece uma referência a André-Villas e Frederico Varandas.

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Outra das propostas passa por implementar "a equiparação legal entre árbitros, treinadores e atletas enquanto agentes diretos no espetáculo desportivo". E nas sugestões deixadas questiona a justificação com que foi "implementada uma estrutura VAR no norte do país através da Associação Distrital de Futebol do Porto".

Apontado responsabilidades à direção, treinadores e jogadores do Benfica pela má temporada, defendeu que o clube deve manter vigilância perante os órgãos que regulam o futebol, pois considera "que se torna difícil ignorar o ruído e fatores externos que têm interferido com o normal decorrer da liga".

Apesar de estes episódios não justificarem os pontos perdidos pelo Benfica, "deterioram o clima competitivo, condicionam e não salvaguardam a verdade desportiva", indicou, criticando o silêncio de Rui Costa perante "sucessivas pressões públicas sobre a arbitragem e instituições desportivas" protagonizadas pelos presidentes de FC Porto e Sporting.

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