Claques sportinguistas lamentam morte de Maria José Valério e concedem honras de "panteão do sportinguismo"

Entidades referem-se à cantora como um dos maiores e mais valorosos símbolos do Sporting.

03 de março de 2021 às 13:32
Maria José Valério Foto: Sérgio Lemos
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As claques do Sporting lamentaram a morte Maria José Valério, autora da marcha do clube, que morreu esta quarta-feira, aos 87 anos, vítima de covid-19, colocando-a no "panteão do sportinguismo".

A Juventude Leonina assinala que a morte de Maria José Valério "deixa o universo verde e branco de luto e mais pobre", enquanto a Torcida Verde a coloca no "panteão do sportinguismo, onde permanecerá para todo o sempre".

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Ambas identificam a cantora como um dos maiores e mais valorosos símbolos do Sporting, lamentando que "o universo verde e branco" tenha ficado de luto "e mais pobre".

"E este vírus calou a grande voz que marchou ao nosso lado estes anos todos de verde e branco. Irá sempre marchar entre nós quando as nossas vozes entoarem o hino em todos os estádios e pavilhões por este país e mundo e com toda a força gritaremos para todo o sempre, tal como diz a música: Viva o Sporting", escreveu o Diretivo Ultras XXI, na sua página no Facebook, considerando que a "família fica mais pobre".

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De seu nome completo Maria José Valério Dourado, nasceu em 03 de maio de 1933, na Amadora e, além da Marcha do Sporting, protagonizou êxitos como "Menina dos Telefones", "Olha o Polícia Sinaleiro" e "As Carvoeiras".

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