FC Porto campeão: Villas-Boas e Farioli devolvem a felicidade à 'famiglia' portista

Presidente portista bate recorde de Pinto da Costa e encontra no treinador o parceiro ideal para recuperar a mística do clube.

02 de maio de 2026 às 22:36
Adeptos do FC Porto no estádio Foto: Miguel Angelo Pereira/AP
Farioli Foto: Miguel Angelo Pereira/AP
Adeptos do FC Porto em festa Foto: Manuel Fernando Araujo/Lusa
Adeptos do FC Porto em festa Foto: Manuel Fernando Araujo/Lusa
Adeptos do FC Porto em festa Foto: Manuel Fernando Araujo/Lusa
Adeptos do FC Porto em festa Foto: Manuel Fernando Araujo/Lusa
Adeptos do FC Porto em festa Foto: Manuel Fernando Araujo/Lusa
Adeptos do FC Porto em festa Foto: Manuel Fernando Araujo/Lusa
Jan Bednarek Foto: Manuel Fernando Araujo/Lusa
Festa no Dragão Foto: Manuel Fernando Araujo/Lusa

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O FC Porto volta a ser campeão nacional de futebol, após três épocas de jejum. André Villas-Boas e Francesco Farioli encontraram a fórmula certa para devolver a felicidade à ‘famiglia’ portista, termo utilizado amiúde pelo técnico italiano para resumir a mística do clube que, desde que chegou, apontou como uma mais-valia que queria recuperar.

A cultura muito própria do FC Porto - inclusive a premissa de ‘nós contra o mundo’, com Villas-Boas a disparar em todas as direções ao longo da época, dos rivais (com o Sporting como alvo preferencial) às arbitragens - tinha em Jorge Costa o seu principal veículo de transmissão no balneário. Daí que a morte do diretor desportivo, a 5 de agosto de 2025, ainda antes do início do campeonato, tenha sido um abalo interno. Jogadores e estrutura conseguem, porém, concretizar o objetivo de dedicar a conquista do título ao dirigente.

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Plantel e estrutura cumprem o desejo de dedicar o título ao falecido Jorge Costa

O caminho para esse sucesso foi traçado bem antes do arranque desta temporada. O primeiro passo foi a reestruturação financeira, num montante de 180 milhões de euros, que equilibrou as contas e permitiu o maior investimento em jogadores da história do FC Porto. Nos dois mercados, o de verão e depois o de inverno, foram investidos 119,8 milhões de euros.

O segundo passo decisivo de Villas-Boas, que é campeão à segunda época completa, batendo Pinto da Costa, que precisou de três, foi mudar de técnico. Após as apostas fracassadas em Vítor Bruno e Martín Anselmi em 2024/25, durante o verão o presidente resgatou um desejo antigo e contratou Farioli, ainda marcado pelo título desperdiçado com o Ajax nos Países Baixos. Oitaliano deu prioridade ao campeonato, não hesitando em rodar o plantel. Nem tudo correu bem (eliminação nas duas Taças), mas o 31.º título de campeão já não foge.

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