Grandes seguram joias e gastam 80,4 milhões
Vendas totais renderam quase 200 milhões de euros.
Benfica, Sporting e FC Porto conseguiram manter as suas pérolas nos plantéis, mas gastaram até ao último dia de transferências 80,4 milhões de euros em reforços para a nova época. Já o encaixe financeiro com as vendas rendeu quase 200 milhões de euros.
O FC Porto, que ontem aguardavam por uma proposta tentadora para o colombiano Jackson_Martínez, foram a equipa da Liga mais ativa neste mercado, gastando 39,2 milhões de euros em reforços. O mais caro foi Adrián López, avançado espanhol de 26 anos, que custou 11 milhões de euros.
Contudo, os dragões dominaram nas compras – ontem ainda chegou Otávio –, mas também nas vendas com um registo de 68,05 milhões de euros, onde a transferência de Mangala (Man. City) por 30 milhões de euros foi a nota de maior destaque. Iturbe (Montevideu) e Fernando (Man. City) renderam 15 milhões de euros cada.
(Médio argentino Enzo Pérez, William Carvalho (ao centro) e Jackson Martínez)
O Benfica, apesar de defender o título de campeão, esteve mais contido nas compras (30 milhões). O grego Samaris (Olympiacos) foi o mais caro com as águias a pagarem 10 milhões de euros. O ingresso de Cristante, foi o negócio de último dia. Nas vendas, encaixaram 58 milhões de euros, valor que ascende aos 103,8 milhões de euros se incluirmos os negócios de janeiro com a venda dos passes de Rodrigo (30 milhões) e André Gomes (15 ).
O Sporting foi resistindo aos ameaços de Inglaterra para levarem William Carvalho. O líder leonino Bruno de Carvalho manteve-se firme e não baixou dos 30 milhões de euros, o que afugentou Arsenal e Man. United.
Os leões gastaram apenas 11,2 milhões de euros. O jovem Mini Messi (Ryan Gauld) foi o mais caro: 2,5 milhões. Nas vendas, o encaixe financeiro foi de 27,5 milhões. Só Rojo (Manchester United) rendeu 20.
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