Antigo guarda-redes do Sporting viu "garrafão de 15 litros de água a voar" no balneário durante invasão à Academia
Esta quarta-feira decorre mais uma sessão do julgamento, no Tribunal de Monsanto.
Esta quarta-feira decorre mais uma sessão do julgamento ao ataque à Academia de Alcochete, que à semelhança das anteriores, tem lugar no Tribunal de Monsanto.A testemunha relatou que tentou colocar-se entre os invasores e os dois colegas de equipa, mas que só conseguiu travar um dos elementos, o qual viria a "acalmar-se" depois de conversarem.
Lumor e Romain Salin, ambos testemunhas do que sucedeu a 15 de maio de 2018, vão depor esta tarde por videoconferência.
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17h50 - "O balneário estava completamente cheio de gente e com fumo por todo o lado", descreveu Salin, que referiu ainda ter ouvido insultos e visto "um garrafão de 15 litros de água a voar".
A testemunha relatou que tentou colocar-se entre os invasores e os dois colegas de equipa, mas que só conseguiu travar um dos elementos, o qual viria a "acalmar-se" depois de conversarem.
16h11 - "Antes dos jogos comecei a sentir mais medo, pressão de não agarrar a bola", afirma Salin, garantindo que viu o treinador Jorge Jesus a sangrar do nariz. 16h05 - 16h02 - 16h00 - 15h19 - 15h12 - 15H09 -
15h03 - Questionado daquilo que sentiu, Lumor disse que desde então nunca mais conseguiu ver filmes com ações violentas. "Depois de aquilo acontecee tinha medo de sair de casa. Não dormia bem. Tinha medo que voltasse a acontecer", avança. 14h59 - Prossegue o testemunho: "Ficámos quietos. Estava atrás do Misites e uma pessoa tirou o cinto das calças e começou a bater-lhe. Bateram-lhe em várias partes do corpo. Estavam chateados e a gritar", continua. 14h57
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