"Queremos continuar a sonhar": Sporting não menospreza o adversário mas quer vencer na partida da Liga dos Campeões
Rui Borges deixa aviso ao jogadores do Sporting para as dificuldades que vão encontrar no jogo com o Bodo/Glimt para a Champions, mas não quer desculpas.
"O Sporting já fez história. Agora é continuar a sonhar. É uma eliminatória a duas mãos, mas o Bodo/Glimt já venceu em casa e fora grandes equipas. Não foi campeão da Noruega (por um ponto), mas teve o melhor ataque e defesa. Temos que estar preparados e perceber a exigência". Foi desta forma que Rui Borges abordou o embate de esta quarta-feira (20h00, SportTV5) frente aos noruegueses na primeira mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões.
O treinador do Sporting está ciente das dificuldades que vai ter pela frente e deixa um aviso: "Jamais podemos menosprezar o Bodo. Para mim não é uma equipa surpreendente. Na época passada foram às meias da Liga Europa, este ano já bateu grandes equipas como o Atl. Madrid, em Espanha. Vai ser um jogo entre duas equipas com uma ambição enorme, um pouco diferentes na ideia de jogo, mas determinadas em marcar história".
Perante as condições adversas como a relva artificial e o frio, que os leões vão encontrar, Rui Borges garante que essas não podem "servir de desculpas". "É diferente do que jogar em relva natural. A bola salta mais. Há jogadores que vêm de lesão e o relvado artificial prende mais nas rotações. É totalmente diferente para quem está habituado, mas é desculpa".
A equipa de Rui Borges apresenta-se frente ao Bodo/Glimt após o empate frente ao Sp. Braga (2-2) com a equipa a revelar alguma falta de fulgor físico. "Em Braga sentiu-se a quebra. Quem está fora pode não estar atento, mas eu estou. Não servirá de desculpa para a exigência do que foi o jogo. Se perguntar a todos os jogadores vão dizer que estão bem e prontos a jogar. Além do impacto do sintético e do adversário, vamos ter que estar atentos. É preciso ver quem está mais adaptado ou não para percebermos qual será o melhor onze para apresentar", referiu Borges, acrescentando: "Toda a outra malta vai ter que se adaptar e essa exigência vai ser determinante."
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