Vampeta e as festas loucas com Ronaldo, o fenómeno

Episódios incluem mulheres, travestis e vinho oferecido pelo Papa

27 de abril de 2016 às 14:30
Brasil, futebol, desporto, Ronaldo, Vampeta Foto: Luca Bruno/AP
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Vampeta, que em 2002 foi campeão do mundo ao serviço da seleção brasileira de futebol, recordou alguns episódios que viveu ao longo da carreira.

"O Ronaldo era azarado, perseguido por lesões durante toda a temporada. Passava muito tempo no Brasil a recuperar. Quando fui para o Inter de Milão fiquei a viver em casa dele, num bloco de apartamentos onde habitavam muitos brasileiros, como Dida ou Roque Júnior. Certa noite fui buscar uma garrafa de vinho à cozinha. Experimentei e estava azedo. Mais tarde ele disse-me que a garrafa tinha sido oferecida pelo Papa numa viagem ao Vaticano. Ainda hoje não se esquece desse dia. E não me perdoa", recordou o antigo médio, em declarações à Gazzetta dello Sport

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Vampeta não parou por aqui, no rol de episódios que tem para contar.

"Essa história dos travestis é muito simples. Ronaldo convidou-me para jantar. Tinham cinco mulheres. Quando cheguei, já tinham bebido umas boas três ou quatro caipirinhas. Perguntei quem eram as senhoras e quem eram os travestis, porque só queria estar perto de mulheres. Só nessa altura é que ele percebeu. A minha irmã é lésbica, por isso não tenho nada contra. Respeito todas as pessoas e a sua orientação sexual", acrescentou.

Atualmente, o antigo futebolista é dirigente do Audax, clube que vai jogar a final do campeonato paulista diante do Santos.

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