Villas-Boas dispara contra todos
Benfica e Sporting são os principais visados das 'farpas' do líder do FC Porto. Nem Farioli escapou às críticas devido à campanha da equipa na Liga dos Campeões.
André Villas-Boas assume que defende o FC Porto “ onde for necessário contra tudo e contra todos”, lê-se no editorial da revista Dragões.
Vamos ao “todos”, um por a um, sem esquecer Farioli, inclusivé (ver caixa anexa). Dispara mais uma vez ao rivais do “Manto Marrom” [mistura vermelho e verde], principalmente “à súbita paixão do Benfica por lances, imagens, ângulos e análises, depois de mais de uma década a transmitir os seus jogos na BTV”, ironizando se “a liberdade de realização é um direito adquirido na Luz e uma conspiração quando ganha o FC Porto. Valham-nos os ovos Matinados para nos trazer de volta à realidade, porque tanta teoria já só dá para uma omeleta”, provoca o líder portista. Recorre à polémica gerada pela validação do golo de Pietuszewski por um centímetro na Madeira para lançar mais uma farpa. “Foi preciso um golo legal do FC Porto para ofender a ‘verdade desportiva’ e deixa no ar: “Investigue-se, é preciso perceber o que se passa, dizem eles, porque a influência do FC Porto deve ser tal que até domina os centímetros”.
Na reflexão intitulada “De Pinochet a Fidel”, ataca a FPF e os comentadores (ver caixas anexas) e acusa Frederico Varandas de “ter memória seletiva”, por “habitar o Olimpo da ética e dos valores, passando uma borracha sobre os infindáveis casos que envolveram o seu clube no passado”. Critica a mudança de perfil do presidente do Sporting ao longo dos últimos tempos: “À boleia de uma piada do primeiro-ministro, enfiou a carapuça e encontrou uma nova frente, dispondo-se a mobilizar as hostes do associativismo do seu clube para influenciar o rumo da política nacional”, acrescentando que “o presidente que prometeu não falar de arbitragem passou então, na sua versão 2026/27, a influencer político”.
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