William recusou Benfica para jogar no Sporting

Médio falou, ainda, sobre título europeu vencido por Portugal.

15 de julho de 2016 às 16:19
Sporting, Benfica, William Carvalho, Jonas, Desporto, Futebol Foto: Miguel Barreira
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A paixão pelo Sporting fez com que William Carvalho declinasse uma proposta endereçada pelo Benfica. O médio teve a possibilidade ingressar nos encarnados quando tinha apenas 13 anos.

"Sendo sportinguista e sabendo que o Sporting apostava mais nas camadas jovens, achei que entre um clube e outro não havia escolha. O Benfica foi o primeiro grande a abordar-me. Cheguei a ir treinar ao Seixal. Mas depois, felizmente, apareceu o Sporting. É uma coisa difícil. Não sei se sou do Sporting pelo meu pai, porque não me lembro de quando comecei a ser do Sporting. Mas é verdade que o meu pai foi sempre foi sportinguista e que eu desde pequenino via os jogos do Sporting", recordou o médio, em entrevista ao Mais Futebol

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Titular em cinco dos sete jogos que Portugal realizou na fase final do Euro2016 de futebol, William Carvalho foi uma peça importante no título conquistado pela seleção das quinas.

"Aquele miúdo de Mira-Sintra, como todos os outros, sempre teve sonhos e jogar na seleção nacional era um deles. Felizmente pude concretizá-lo. Pensar especificamente em ser campeão europeu, acho que não, mas sempre tive o sonho de jogar pelo meu país", afirmou, antes de elogiar o trabalho desenvolvido pelo selecionador nacional Fernando Santos.

"É um homem de muita fé e acreditou desde o início. Acho que o segredo foi esse: em primeiro lugar o trabalho que fizemos e depois a fé que o mister nos passou, a crença que havia nas palavras dele em todas as palestras. Foi contagiante. Não, é um homem de trabalho. Ter fé e ter sorte não é a mesma coisa. Vocês dizem que Fernando Santos é um homem de sorte, mas o quê, foi um jogo? Não, foram sete jogos. É possível ter sorte em sete jogos consecutivos? Não, não é. Pode ter-se sorte num jogo, dois, agora em sete jogos é impossível", realçou.

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O médio recordou o momento em que Éder bateu Lloris e abriu caminho para a festa portuguesa no Stade de France.

"Conhecendo o Éder, sabendo da forma como ele estava a treinar, sentia que ele estava bem e que podia fazer o que fez. O Éder foi muito criticado, mas grupo sempre teve confiança nele. Por isso naquela altura também eu desejei que ele rematasse. Faz parte da personalidade dele não se deixar afetar facilmente pelas críticas. Tem uma grande confiança nele", finalizou.

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