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Correio da Manhã

Desporto
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Águia líder com três pontos de avanço

Durante 60 minutos, os encarnados quase se limitaram a aproveitar os erros cometidos pelo adversário para marcarem dois golos .
Octávio Lopes 3 de Outubro de 2016 às 01:45
 benfica, feirense
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Adeptos nas bancadas do Estádio da Luz
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Adeptos nas bancadas do Estádio da Luz
Adepto do Benfica nas bancadas do Estádio da Luz
Ederson volta à titularidade na baliza do Benfica
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Adeptos nas bancadas do Estádio da Luz
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Adeptos nas bancadas do Estádio da Luz
Adepto do Benfica nas bancadas do Estádio da Luz
Ederson volta à titularidade na baliza do Benfica
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Adeptos nas bancadas do Estádio da Luz
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Adeptos nas bancadas do Estádio da Luz
Adepto do Benfica nas bancadas do Estádio da Luz
Ederson volta à titularidade na baliza do Benfica
O Benfica goleou ontem o Feirense por 4-0, numa partida em que fez uma razoável exibição durante 60 minutos e depois teve uma meia hora de bom futebol, que acabou em grande, com um monumental golo de Grimaldo, de livre direto, que fez explodir de alegria a maioria das 58 637 pessoas que estiveram na Luz.

Com Ederson e Luisão a renderem Júlio César e Lisandro (dois jogadores que estiveram no desastre, 2-4, de Nápoles), a partida começou com um ataque rápido do Feirense pela esquerda, culminado com um centro de Luís Machado para Cris, que, na cara de Ederson, e sem opositor a estorvá-lo, atirou ao lado. O Benfica não se incomodou muito com o susto e pegou no jogo, embora com pouca inspiração para entrar na defesa adversária. Só em lances esporádicos ou de bola parada é que criava perigo, como sucedeu aos 6’ - Mitroglou, em boa posição na área, acertou em Ícaro, e, na recarga, Pizzi chutou contra Vítor Bruno. Aos 19’, na sequência de um centro de Grimaldo, na esquerda, Salvio cabeceou picado para boa intervenção de Peçanha.

Sem arte nem engenho para criar calafrios ao Feirense em lances ofensivos organizados (Grimaldo era dos poucos a dar verticalidade ao jogo da sua equipa), o Benfica recorreu a lançamentos de linha lateral e às bolas paradas para perturbar Peçanha. E após duas ameaças de Luisão (cabeceamentos por cima), o marcador funcionou: lançamento de linha lateral de Salvio e corte inacreditável de Luís Aurélio para dentro da própria baliza. Perto do intervalo, nova incursão de Luís Machado pela esquerda e centro venenoso para Karamanos, que obrigou Ederson a safar para canto perante a ameaça do grego.

No início da 2ª parte, nada se alterou. O Benfica manteve o domínio. Luisão e Salvio falharam o alvo por pouco, outra vez na sequência de um livre e um canto. E mais um susto, quando Karamanos, na área, cabeceou por cima. Logo a seguir, o 2-0, por Salvio, que meteu o pé a um alívio de Ícaro, na área. Depois, as águias dispararam para uma boa exibição com um futebol de ataque que só tinha na mira a área adversária. O 3-0 chegou por Cervi, de cabeça, a concluir um centro de Semedo. O Feirense, contudo, nunca descurou o contra-ataque e Ederson brilhou (defesa em que mostrou reflexos bem apurados) num remate à queima de Karamanos. Platiny tentou a recarga, mas foi empurrado por Luisão (penálti por assinalar). Já nos descontos, Grimaldo, de livre direto, em zona frontal, marcou um golo soberbo e fechou o marcador.
Benfica Luisão Nápoles Luís Machado Ícaro Vítor Bruno
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