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De taça na mão. Campeões do mundo de hóquei em patins recebidos por centenas de adeptos no Aeroporto de Lisboa

Aeroporto de Lisboa é palco da receção aos campeões.
Correio da Manhã 15 de Julho de 2019 às 18:45
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Aeroporto de Lisboa é palco da receção aos campeões.
Os novos heróis de hóquei em patins chegaram esta segunda-feira ao Aeroporto de Lisboa de taça na mão e foram recebidos por centenas de adeptos eufóricos com os campeões do mundo.

Após a chegada, a equipa lusa parou para celebrar com os adeptos. O hino de Portugal e os gritos a anunciarem os "campeões" fizeram-se ouvir a plenos pulmões.

"Estamos muito felizes", realçou um dos jogadores da seleção nacional. O "santo Girão" como tem sido carinhosamente tratado, também afirmou estar "muito agradecido" pela receção e feliz pela conquista. 

Centenas de pessoas esperaram cerca de duas horas pelos campeões, uma vez que a chegada estava prevista para as 18h00 desta segunda-feira.

A equipa lusa conquistou o 16.º título mundial este domingo. 

Ângelo Girão, guarda-redes da seleção nacional de hóquei em patins, foi o herói da final com a Argentina.

Hoquista Ângelo Girão disse nunca ter pensado ser o herói português do Mundial
O guarda-redes Ângelo Girão afirmou hoje que nunca pensou em tornar-se o herói nacional na conquista do campeonato mundial de hóquei em patins, em final decidida nas grandes penalidades diante da Argentina.

Na chegada da comitiva ao aeroporto de Lisboa, no qual centenas de portugueses receberam os campeões mundiais da modalidade, Ângelo Girão disse ter sonhado várias vezes com esta conquista, mas que o sentimento superou as expetativas.

"Nunca pensei em ser o herói. Sonhei várias vezes em como seria ganhar um Mundial, mas nunca pensei que fosse desta maneira. O mais importante foi o título mundial, é um trabalho coletivo e o ênfase tem de ser dado à seleção e a tudo o que conseguimos fazer. Estamos muito contentes", confessou.

Ângelo Girão revelou o que sentiu nos momentos de maior tensão vividos durante o Campeonato do Mundo, sobretudo na final com a Argentina, apenas decidida nas grandes penalidades, em que o guardião defendeu quatro dos cinco penáltis apontados pela seleção adversária.

"São momentos de tensão que fazem a diferença no final do jogo. Temos de saber gerir os momentos de ansiedade e dificuldade psicológica. Senti um peso enorme, o nervosismo do jogo foi complicado. Felizmente, consegui ajudar a equipa e o resultado está à vista", sublinhou.

O hoquista, que representa o Sporting, falou num ano "excelente", aliando este mundial pela seleção à conquista da Liga Europeia de hóquei em patins ao serviço do clube 'leonino', mas recusou o título de melhor guarda-redes do mundo.
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