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Correio da Manhã

Desporto
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Confrontos estragam festa do título do Leão e obrigam polícia a disparar balas de borracha

Euforia dá lugar ao caos e situação descontrola-se. Autoridades obrigadas a intervir em festa mal planeada.
Paulo João Santos 12 de Maio de 2021 às 01:30
Milhares de adeptos leoninos reuniram-se nas imediações do Estádio José Alvalade, mas foi necessária a intervenção da polícia para travar alguns excessos que deixaram algumas pessoas feridas
Milhares de adeptos leoninos reuniram-se nas imediações do Estádio José Alvalade, mas foi necessária a intervenção da polícia para travar alguns excessos que deixaram algumas pessoas feridas
Milhares de adeptos leoninos reuniram-se nas imediações do Estádio José Alvalade, mas foi necessária a intervenção da polícia para travar alguns excessos que deixaram algumas pessoas feridas
Apito final no estádio, festa em Alvalade. A conquista do título foi celebrada com fogo  de artifício. Uma onda verde que começou no relvado mas rapidamente se espalhou por todo o País
Apito final no estádio, festa em Alvalade. A conquista do título foi celebrada com fogo  de artifício. Uma onda verde que começou no relvado mas rapidamente se espalhou por todo o País
Apito final no estádio, festa em Alvalade. A conquista do título foi celebrada com fogo  de artifício. Uma onda verde que começou no relvado mas rapidamente se espalhou por todo o País
Apito final no estádio, festa em Alvalade. A conquista do título foi celebrada com fogo  de artifício. Uma onda verde que começou no relvado mas rapidamente se espalhou por todo o País
Milhares de adeptos leoninos reuniram-se nas imediações do Estádio José Alvalade, mas foi necessária a intervenção da polícia para travar alguns excessos que deixaram algumas pessoas feridas
Milhares de adeptos leoninos reuniram-se nas imediações do Estádio José Alvalade, mas foi necessária a intervenção da polícia para travar alguns excessos que deixaram algumas pessoas feridas
Milhares de adeptos leoninos reuniram-se nas imediações do Estádio José Alvalade, mas foi necessária a intervenção da polícia para travar alguns excessos que deixaram algumas pessoas feridas
Apito final no estádio, festa em Alvalade. A conquista do título foi celebrada com fogo  de artifício. Uma onda verde que começou no relvado mas rapidamente se espalhou por todo o País
Apito final no estádio, festa em Alvalade. A conquista do título foi celebrada com fogo  de artifício. Uma onda verde que começou no relvado mas rapidamente se espalhou por todo o País
Apito final no estádio, festa em Alvalade. A conquista do título foi celebrada com fogo  de artifício. Uma onda verde que começou no relvado mas rapidamente se espalhou por todo o País
Apito final no estádio, festa em Alvalade. A conquista do título foi celebrada com fogo  de artifício. Uma onda verde que começou no relvado mas rapidamente se espalhou por todo o País
Milhares de adeptos leoninos reuniram-se nas imediações do Estádio José Alvalade, mas foi necessária a intervenção da polícia para travar alguns excessos que deixaram algumas pessoas feridas
Milhares de adeptos leoninos reuniram-se nas imediações do Estádio José Alvalade, mas foi necessária a intervenção da polícia para travar alguns excessos que deixaram algumas pessoas feridas
Milhares de adeptos leoninos reuniram-se nas imediações do Estádio José Alvalade, mas foi necessária a intervenção da polícia para travar alguns excessos que deixaram algumas pessoas feridas
Apito final no estádio, festa em Alvalade. A conquista do título foi celebrada com fogo  de artifício. Uma onda verde que começou no relvado mas rapidamente se espalhou por todo o País
Apito final no estádio, festa em Alvalade. A conquista do título foi celebrada com fogo  de artifício. Uma onda verde que começou no relvado mas rapidamente se espalhou por todo o País
Apito final no estádio, festa em Alvalade. A conquista do título foi celebrada com fogo  de artifício. Uma onda verde que começou no relvado mas rapidamente se espalhou por todo o País
Apito final no estádio, festa em Alvalade. A conquista do título foi celebrada com fogo  de artifício. Uma onda verde que começou no relvado mas rapidamente se espalhou por todo o País
Uma multidão impressionante convergiu para Alvalade, o palco dos sonhos, às primeiras horas da tarde e já dali não saiu.
"Hoje ninguém nos pára", ouviu-se.

Muitos aproveitaram para ir à loja dos leões comprar um cachecol, uma camisola, com o nome do jogador preferido nas costas. Coates venceu o campeonato, mas Matheus Nunes não andou longe. Venderam-se mais do que num ano inteiro. E mais foram chegando.

A meio da tarde eram milhares e milhares de adeptos, cantando e dançando, à espera do autocarro, à espera dos campeões, recebidos em euforia por entre um nevoeiro de fumo verde. Uma confiança inabalável na conquista do título. Depois foi esperar pelos golos, pela vitória. Sofreu-se muito enquanto a bola não entrou. Mas tinha de entrar. Estava escrito nas estrelas. E entrou, ainda antes do intervalo, pelos pés de Paulinho. Depois chegou a polícia e carregou.

Ouviram-se disparos, balas de borracha. Instalou-se a confusão. Veem-se macas, adeptos a levar bastonadas forte e feio, ambulâncias do INEM, pessoas assistidas no chão. Festa mal planeada, festa estragada. A onda verde moveu-se em várias direções. A situação descontrola-se. É o caos. A euforia dá lugar à revolta. Há polícia de choque por toda a parte. E chegam mais carrinhas com operacionais. O jogo termina, o Sporting é campeão. De norte a sul ouvem-se buzinas, gritos de alegria. Estalam foguetes no ar, há fogo de artifício.

Em Alvalade também se comemora em grande, mas o ambiente ainda é tenso. Adeptos mereciam um final mais pacífico.
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