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Correio da Manhã

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Expulsões ajudam estreia de Rúben Amorim no comando do Sporting

Treinador ganha primeiro jogo, frente a um adversário que viu dois jogadores expulsos nos primeiros 20 minutos de jogo.
Mário Figueiredo 9 de Março de 2020 às 01:30
Sporar antecipa-se a Mato Milos, perante o olhar atento de Diakhité e Vietto
Sporting - Desportivo das Aves
Sporting - Desportivo das Aves
Sporting - Desportivo das Aves
Sporting - Desportivo das Aves
Sporar antecipa-se a Mato Milos, perante o olhar atento de Diakhité e Vietto
Sporting - Desportivo das Aves
Sporting - Desportivo das Aves
Sporting - Desportivo das Aves
Sporting - Desportivo das Aves
Sporar antecipa-se a Mato Milos, perante o olhar atento de Diakhité e Vietto
Sporting - Desportivo das Aves
Sporting - Desportivo das Aves
Sporting - Desportivo das Aves
Sporting - Desportivo das Aves
Rúben Amorim estreou-se no Sporting com uma vitória frente ao último classificado da Liga, o Desp. Aves, que jogou desde os 20 minutos com apenas nove jogadores.

É certo que Rúben Amorim não tem culpa da entrada violenta de Rúben Macedo sobre Wendel (10’), nem dos protestos e da falta que levaram ao duplo amarelo a Luiz Fernando (20’). Mas esta prova dos nove revelou-se uma tarefa demasiado complicada face à dimensão das duas equipas.

O novo treinador do Sporting manteve-se fiel ao 3x4x3. Teve o mérito de descomplexar o plantel leonino, que até entrou bem. As expulsões fizeram o Desp. Aves encolher-se. Não havia outra solução tática.

Com uma linha de cinco defesas e três médios, Nuno Manta fechou o caminho da baliza. Solidários, os avenses foram adiando o golo e enervando os adeptos da equipa da casa. E foi aqui que ficaram mais uma vez patentes as dificuldades dos leões em fazerem golo. Precisam de demasiadas oportunidades. A melhor da primeira parte foi de Vietto, com uma bomba a bater com estrondo na trave.

Na segunda metade, manteve-se o sentido único da partida. Mas a muralha avense acabou por ceder num cabeceamento de Sporar, após assistência de Wendel. Ruiu como se de um castelo de cartas se tratasse.

Os leões voltaram a marcar, desta feita por Vietto, numa grande penalidade a castigar uma mão de Afonso Figueiredo. O Desp. Aves acabou por cair de pé, mas afundou-se ainda mais na tabela classificativa. Já Ruben Amorim percebeu que tem uma missão quase titânica para tornar estes jogadores leoninos em futuros campeões.
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