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Correio da Manhã

Desporto
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FC Porto: Maioria de direita

Maxi cimentou posição, com Layún a ter menos minutos. Ricardo Pereira brilha em França.
Sérgio Pereira Cardoso 16 de Abril de 2017 às 09:21
Maxi Pereira
Maxi Pereira FOTO: José Moreira
Soluções à direita. O FC Porto está recheado de valores e opções para o lugar que é da propriedade de Maxi Pereira. O uruguaio garante o presente e Layún uma alternativa sólida, mas também o futuro está assegurado com valores que se encontram emprestados, na equipa B ou nos escalões jovens dos dragões.

Primeiro, Maxi. O camisola 2 é a preferência de Nuno Espírito Santo para o lado direito de uma das defesas mais sólidas da Europa. O golo (1-1) marcado ao Benfica cimentou a posição e o carinho entre os adeptos. A idade (faz 33 anos em junho) não parece ser, para já, um problema, mas o uruguaio é também um dos ativos mais caros do plantel (a rondar os dois milhões/época) e termina contrato no próximo ano. Há que pensar no futuro e Layún não está sorridente no papel de ‘joker’.

Chegamos, então, a Ricardo Pereira. O ex-extremo brilha no Nice e já foi apontado a clubes como Inter Milão ou Liverpool. Além do emblema francês, claro, que pretende manter o craque. O preço: 25 milhões de euros. Ricardo só admite voltar ao Dragão com papel principal na equipa.
Entre os emprestados, estão outras alternativas, com Víctor García (Nacional) à cabeça. O jovem internacional venezuelano sabe o que é jogar pela equipa A e continua esperançoso em nova oportunidade, mas não será uma missão fácil.

Isto porque, sabe o ‘Sport’, o FC Porto quer apostar noutras joias da casa. Fernando Fonseca e Diogo Dalot são titulares nas seleções jovens de Portugal e considerados grandes promessas do futebol mundial. O primeiro, por exemplo, foi aos Jogos Olímpicos. O segundo até já saiu na imprensa espanhola como alvo do Real Madrid.


Rei dos passes passou a ficar na sombra.

Cedido pelo Watford, Layún fez uma grande primeira época. Coroado ‘rei das assistências’, levou o FC Porto a adquirir, há um ano, o seu passe, por seis milhões. O problema é que chegou Alex Telles, tapando-o à esquerda, com Maxi a ficar à direita. Nos últimos tempos, o mexicano de 28 anos até tem sido relegado para a bancada.
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