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Correio da Manhã

Desporto
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Golo do estreante Rincón faz Vitória de Guimarães voltar a vencer

Extremo colombiano marcou o golo que valeu o triunfo sobre o Boavista.
Lusa 10 de Setembro de 2017 às 20:22
Vitória de Guimarães venceu Setúbal
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Vitória de Guimarães venceu Setúbal
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Vitória de Guimarães venceu Setúbal
Vitória de Guimarães venceu Setúbal
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O Vitória de Guimarães encerrou este domingo um ciclo de três jogos sem vencer na I Liga portuguesa de futebol, ao derrotar o Boavista por 1-0, em partida da quinta jornada, com um tento de Rincón, aos 65 minutos.

O extremo colombiano, que se estreou com a camisola vitoriana em jogos oficiais, marcou o golo decisivo numa fase em que a turma da casa ganhou ascendente, numa partida raramente bem jogada.

Ao repetir o triunfo da ronda inaugural, o conjunto minhoto garantiu três pontos, que ditou a subida ao sétimo lugar, com sete pontos, ao passo que os 'axadrezados' ocupam o 14.º lugar, com três, na sequência de um triunfo e quatro desaires.

Além de Rincón, a formação anfitriã surgiu em campo com mais seis novidades no 'onze', que incluíram as estreias absolutas dos reforços Victor Garcia e Wakaso e as entradas de Konan e Jubal para defesa e de Kiko e Sturgeon para o 'miolo', e tentou assumir, desde o apito inicial, o comando do jogo, mas sem esclarecimento.

A equipa de Miguel Leal também surgiu modificada face ao encontro com o Desportivo das Aves (1-0), na jornada anterior, com as entradas de Talocha e dos reforços Gilson Costa e Kuca para os lugares de Vítor Bruno, Rochinha e Mateus, e, apesar de entregar a iniciativa ao adversário, criou os lances mais perigosos na primeira parte.

Depois de 15 minutos sem lances de relevo, os 'axadrezados', na sequência de um dos vários livres cobrados por Fábio Espinho, aproximaram-se do golo aos 18 minutos, quando Sparagna, liberto em posição frontal à baliza, cabeceou à figura de Douglas.

Os vitorianos tiveram mais volume atacante nos primeiros 45 minutos, mas nunca mostraram soluções para romper a organização defensiva do Boavista, quer em bola corrida, quer parada, e a melhor ocasião até ao intervalo pertenceu até a Talocha, num remate forte, desviado pela luva de Douglas, aos 32, após incursão de Kuca pela esquerda.

O treinador Pedro Martins trocou Sturgeon por Hurtado, no vértice mais avançado do meio-campo vitoriano, e a formação da casa, mais dinâmica, começou a criar espaços pelas alas e a colocar a bola na área, antes de dispor da sua primeira oportunidade, num pontapé de ressaca de Kiko, em zona frontal, que Vagner desviou para canto, aos 52 minutos.

A equipa do Porto respondeu dois minutos depois, numa progressão de Renato Santos, que culminou num remate forte e cruzado para defesa de Douglas, mas, aos poucos, o jogo aproximou-se cada vez mais da baliza 'axadrezada'.

No meio da desinspiração, os vimaranenses apontaram o golo inaugural na melhor jogada até então 'desenhada', ao minuto 65: Konan, com espaço na esquerda, entregou a bola a Raphinha, e o brasileiro colocou-a na pequena área, onde surgiu Rincón a empurrar para o seu primeiro tento no campeonato português.

Em desvantagem, o Boavista mostrou-se incapaz de reagir, e a melhor ocasião até ao apito final pertenceu à equipa da casa, num disparo forte de Rafael Martins por cima, aos 79 minutos.
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