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Correio da Manhã

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Luís Figo desvaloriza diferença de resultados na pré-epoca de Sporting e Benfica

Antigo jogador dos 'leões' concordou que "ganhar dá sempre mais confiança" para enfrentar a época.
Lusa 2 de Agosto de 2019 às 13:16
Luís Figo
Luís Figo
O antigo jogador de futebol Luís Figo
Luís Figo
Luís Figo
Luís Figo
O antigo jogador de futebol Luís Figo
Luís Figo
Luís Figo
Luís Figo
O antigo jogador de futebol Luís Figo
Luís Figo
O antigo futebolista Luís Figo desvalorizou esta sexta-feira a diferença de resultados alcançados na pré-época por Sporting e Benfica, clubes que dão o pontapé de saída da temporada oficial 2019/20, no domingo, com a disputa da Supertaça, no Algarve.

À margem da entrega de uma cadeira anfíbia à Associação de Paralisia Cerebral de Almada e Seixal, por parte da sua fundação, na Praia de São João da Caparica, o antigo jogador dos 'leões' concordou que "ganhar dá sempre mais confiança" para enfrentar a época, mas referiu que o facto de o Sporting não ter ganhado na pré-temporada não vai interferir no desfecho do encontro.

"É um dérbi nacional, um jogo bonito e sempre com um ambiente fantástico. Os jogos da pré-época são subjetivos e não têm nada a ver com a realidade quando se começa a competir", sublinhou o antigo internacional português, que confirmou também que não irá assistir ao jogo ao vivo no Estádio do Algarve.

O dérbi, de resto, está a ser marcado pela incerteza quanto à utilização de Bruno Fernandes por parte do Sporting, jogador que Luís Figo considera ser "uma mais valia" e que "se ficar, certamente ajudará o clube a alcançar os seus objetivos".

"É um dos maiores valores a nível nacional e já demonstrou na época passada que pode fazer a diferença. Mas, é uma situação que tem sempre de ser analisada a nível pessoal, desportivo e dos interesses do clube", referiu o antigo 'Bola de Ouro'.

A eventual transferência de Bruno Fernandes, de resto, deverá significar um encaixe financeiro considerável para o clube de Alvalade e Luís Figo não se mostra crítico dos valores elevados que têm sido praticados nas transferências de futebolistas como João Félix, por quem o Atlético de Madrid gastou 125 milhões de euros para o contratar ao Benfica.

"Não havendo um limite, funciona a lei da oferta e da procura. Quando há condições financeiras e os clubes não estão sob a alçada do 'fair-play' financeiro, ninguém impede que seja assim. O que dita o preço é o mercado, os jogadores que existem e quem está disponível para pagar ou vender", concluiu o antigo futebolista que, em 2000, protagonizou uma polémica transferência do FC Barcelona para o Real Madrid por cerca de 60 milhões de euros.
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