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Correio da Manhã

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Oito acusados de homicídio na morte de Maradona

Arguidos, todos profissionais de saúde, vão responder pelo crime de “homicídio simples com dolo eventual”.
Filipe António Ferreira 23 de Junho de 2022 às 09:08
Maradona continua a ser alvo de frequentes homenagens na Argentina
Maradona continua a ser alvo de frequentes homenagens na Argentina FOTO: EPA
A justiça argentina vai levar a julgamento oito pessoas alegadamente implicadas na morte de Diego Armando Maradona, em novembro de 2020. São acusados de "homicídio simples com dolo eventual" e incorrem em penas que podem ir dos oito aos 25 anos de prisão.

Leopoldo Luque (médico pessoal de El Pibe), a psiquiatra Agustina Cosachov, o psicólogo Carlos Ángel Días, os médicos Nancy Forlini e Pedro Spagna, o coordenador de enfermeiros Mariano Perroni e os enfermeiros Ricardo Almirón e Dahiana Madrid estavam inicialmente acusados de homicídio culposo. Mas uma reclamação da família de Maradona acabou por mudar os termos da acusação.

O antigo astro argentino morreu aos 60 anos no dia 25 de novembro de 2020 em Buenos Aires, 20 dias depois de ter sido operado a um hematoma intracraniano. A autópsia revelou que a morte surgiu em consequência de um "edema agudo no pulmão a que se seguiu uma insuficiência cardíaca crónica". Também se descobriu que Maradona tinha uma "miocardiopatia dilatada".

A carreira de Diego Armando Maradona, um dos melhores jogadores de sempre (jogou entre 1976 e 2001), ficou marcada pela conquista, pela Argentina, do Mundial de 1986, no México, e pelos dois títulos italianos e a Taça UEFA ganhos ao serviço do Nápoles.
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