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Correio da Manhã

Desporto
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Dragão regressa às vitórias

Portistas marcaram dois golos nos primeiros nove minutos.
Mário Figueiredo 18 de Abril de 2016 às 03:45
Mexicano Héctor Herrera, um dos melhores entre os portistas, marca o segundo golo da noite perante a oposição de Rui Correia
Mexicano Héctor Herrera, um dos melhores entre os portistas, marca o segundo golo da noite perante a oposição de Rui Correia FOTO: Estela Silva/EPA

Dois golos nos primeiros nove minutos lançaram o FC Porto para um triunfo fácil e incontestável sobre o Nacional da Madeira (4-0), números que só não foram mais escandalosos devido à boa exibição do guarda-redes insular Rui Silva.

José Peseiro apostou numa revolução na equipa. Manteve o 4x3x3, mas colocou o trinco Danilo a defesa-central (no lugar de Chidozie) e Layún cedeu o seu posto de defesa-esquerdo a José Ángel. Rúben Neves foi o trinco e no ataque Suk foi trocado pelo jovem André Silva, de 20 anos. A novidade? Cinco portugueses no onze, algo que não acontecia desde 2010/11.

E a verdade é que foram necessários dois minutos para a equipa marcar, após um jejum de 200 minutos. Varela, num lance individual, rematou colocado sem dar hipóteses a Rui Silva. O dragão queria mostrar a Pinto da Costa, ontem reeleito na presidência do clube, que ainda pode lutar pelos objetivos em questão, nomeadamente a conquista da Taça de Portugal.

Herrera, o único que apresenta a mística portista pelo empenho demonstrado, acabou por fazer o 2-0 aos nove minutos, aproveitando uma falha de Rui Correia.

O Nacional só incomodou Casillas num remate de Aly Ghazal à entrada da área. O jogo era de sentido único e visava a baliza de Rui Silva, principal responsável por insulares não saírem do Dragão com números vergonhosos.

Na etapa complementar, os madeirenses esboçaram uma reação com a entrada de Luís Aurélio, mas foram os dragões que continuaram a dominar. Danilo (67’) acabou por marcar de cabeça o terceiro golo, após cruzamento de Corona.

Peseiro começou a gerir o plantel e trocou André Silva (boa exibição, só faltou o golo) e colocou o mal-amado Aboubakar. O camaronês estabeleceu o resultado final (85’) com um chapéu.
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