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Correio da Manhã

Desporto
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Rio Ave trava Benfica com empate em Vila do Conde

Vila-condenses marcam primeiro, com autogolo de Lisandro, águias chegam ao empate de penálti, por Jonas.
Mário Figueiredo e Filipe António Ferreira 27 de Agosto de 2017 às 01:30
As imagens do Rio Ave - Benfica
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As imagens do Rio Ave - Benfica
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As imagens do Rio Ave - Benfica
O Benfica perdeu os primeiros pontos no campeonato ao não conseguir melhor do que um empate em Vila do Conde, diante de um Rio Ave que justificou o bom arranque de época que está a fazer. A equipa das águias esteve inclusivamente a perder, já na segunda parte, chegando à igualdade por Jonas, na transformação de uma grande penalidade. Um mal menor para a formação lisboeta, que pode lamentar-se de uma primeira parte muito fraca. Quando quis pegar no jogo, já não foi a tempo.

O Rio Ave jogou olhos nos olhos com o tetracampeão nacional. Uma aposta de risco, porque isso implicava um enorme desgaste físico. Certo é que, na primeira parte, o Benfica revelou sempre enormes dificuldades na zona de construção. A equipa vila-condense, de resto, teve neste período mais bola. Pressionou alto, colocou melhor as suas unidades no terreno, ganhou mais bolas divididas e anulou as alas do Benfica, controlando ainda as movimentações de Pizzi. Daqui resultou que, até ao intervalo, o Benfica tivesse sido uma formação quase inofensiva.

Na segunda metade, a equipa de Rui Vitória melhorou. Mas pouco. Também nesta fase o Rio Ave recuou um pouco as linhas. O Benfica conseguia finalmente chegar com perigo junto da baliza contrária, mas foi o Rio Ave que marcou, num lance de ataque rápido com Lisandro a fazer um autogolo. Durou pouco a vantagem, porque Jonas, de penálti (agarrão de Marcão ao próprio Jonas), fez a igualdade. O jogo ficou então aberto. Benfica mais pressionante, Rio Ave a espreitar a saída para o contra-ataque, mas nada se alterou.

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Análise do jogo

Positivo: Sensacional Rio Ave
Após as três primeiras jornadas, só o Rio Ave aguentou a ‘pedalada’ dos grandes, com três vitórias colecionadas. Ontem, frente ao Benfica, a equipa vila-condense mostrou o porquê desse bom arranque de Liga. Uma equipa para levar a sério.

Negativo: Primeira parte do Benfica
A equipa do Benfica não encontrou, na primeira parte, soluções para se libertar do espartilho tático imposto pelo Rio Ave. Incapaz de progredir pelas alas, perante o desacerto de Cervi e Rafa, faltou mais Pizzi no meio para garantir sentido ofensivo.

Arbitragem: Penálti bem assinalado
Boa decisão no lance capital do encontro. Marcão agarra Jonas quando o avançado tenta desmarcar-se após a marcação do livre. De resto, Hugo Miguel fez vários avisos de que não iria tolerar agarrões. Menos seguro esteve no plano disciplinar.  

Análise dos jogadores

Jonas - Não fez um jogo de encher o olho mas ainda assim arrancou e marcou o  penálti que deu o empate. Tentou contagiar os companheiros.
Bruno Varela – Seguro na única vez que foi chamado a intervir na primeira parte. Podia ter feito algo mais no lance que deu o 1-0.
André Almeida – Dificuldades constantes perante Ruben Ribeiro. O golo do Rio Ave surge do seu lado. Fraco.
Luisão – O capitão não perdeu um lance no futebol aéreo. Muito regular.
Jardel – Infeliz. Saiu com queixas na coxa logo aos 14’.
Eliseu – Muitos problemas para parar o flanco direito do Rio Ave. Subiu ligeiramente após o descanso.
Filipe Augusto – Uma primeira parte aos papéis. Melhorou no 2º tempo.
Pizzi – Não conseguiu libertar-se da teia montada pelo meio-campo do Rio Ave. Menos influente que o habitual.
Rafa – Grande arrancada aos 56’ e duas excelentes ocasiões desperdiçadas. Exige-se mais, muito mais.
Cervi – Sempre abnegado, correu muito, mas quase sempre sem sentido. Fraco.
Seferovic – Desta vez não marcou. Teve oportunidade, mas Cássio defendeu aos 76’.
Lisandro – Ligado ao golo do Rio Ave (autogolo). Ainda assim uma exibição positiva.
Zivkovic – Entrou e o jogo do Benfica mudou... para melhor. Criou duas boas chances para as águias.
Jiménez – Teve nos pés o 2-1 ao cair do pano, mas Cássio não permitiu.

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