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Correio da Manhã

Desporto
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Rivais avessos aos clássicos

Jogos entre os grandes foram marcados pelo equilíbrio e decididos pela margem mínima.
Mário Figueiredo 6 de Maio de 2018 às 11:00
Rafa e Acuña lutam pelo bola no dérbi da 1ª volta
Rafa e Acuña lutam pelo bola no dérbi da 1ª volta FOTO: LUSA
O Sporting recebe este sábado o Benfica no último clássico da época, numa partida cujo maior atrativo é a luta pelo segundo lugar, que dá acesso à terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões em 2018/19.

Os rivais de Lisboa estão empatados com 77 pontos, mas nesta fase a vantagem é do Benfica que está no segundo lugar devido ao melhor goal-average (diferença de golos marcados e sofridos), que é de mais 57 golos contra 40 do Sporting.

No entanto, a classificação final é determinada pelo confronto direto entre as equipas. Assim, depois do empate da primeira volta (1-1) na Luz, aos leões basta um empate a zero (vale o golo apontado na Luz) para passar para a frente.

Contudo, qualquer empate acima desse a zero (1-1, 2-2, 3-3, etc.) dá vantagem ao Benfica, pois é praticamente impossível que o Sporting anule a diferença de 17 golos.

Curioso é que no campeonato dos grandes, o vencedor foi o FC Porto (somou oito pontos), ganhou e empatou com o Benfica e Sporting. Uma situação que acaba por justificar a liderança e muito provavelmente a conquista do título (basta um empate no dérbi), ou um ponto nestes dois últimos jogos, amanhã com o Feirense e com o V. Guimarães (no próximo dia 13).

Tanto o Benfica como o Sporting só somaram dois pontos com os rivais (fruto de dois empates cada). Os clássicos têm sido marcados pelo equilíbrio e quando não terminam empatados são decididos pela margem mínima.
Este último clássico da época é decisivo para as duas equipas rivais para almejarem os milhões da Champions. E é determinante para a continuidade de Rui Vitória.
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