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Sangaré só é possível no Benfica com saída de Weigl

Médio desejado por Schmidt é muito caro e a sua contratação depende de um encaixe avultado com o alemão.
António M. Pereira e João Moniz 10 de Maio de 2022 às 01:30
Sangaré (de verde) em ação no jogo de domingo com o rival Feyenoord
Sangaré (de verde) em ação no jogo de domingo com o rival Feyenoord
Sangaré só será reforço do Benfica se Weigl sair. Uma transação está diretamente dependente da outra, apurou o Correio da Manhã, porque os encarnados só avançarão para uma compra tão dispendiosa com a garantia de uma venda superior que garanta saldo positivo entre os dois negócios.

Sangaré é o homem desejado por Roger Schmidt para o meio-campo que idealiza no Benfica para a próxima época. O costa-marfinense, de 24 anos, é aposta frequente do técnico no PSV, onde os dois trabalham juntos há duas épocas, seja numa estrutura com dois ou com três homens no miolo. Isto porque Sangaré é um médio com raio de ação alargado, o chamado box-to-box. Ou seja, é capaz de jogar mais recuado protegendo a zona de ação em frente aos centrais, e também é capaz de pressionar alto. Por outro lado, em momento ofensivo tem chegada à área contrária.

O perfil técnico do jogador convence os responsáveis da Luz. O problema é o preço. Sangaré valorizou bastante esta temporada, estando avaliado atualmente em 16 milhões de euros. Já Weigl tem uma cotação de 22 milhões de euros. A ideia da SAD encarnada é encaixar, pelo menos, 25 milhões de euros com o alemão e nunca investir mais do que 20 milhões de euros no costa-marfinense, que tem clubes interessados em Inglaterra.

Musrati é sonho difícil
Al Musrati é outro dos desejos do Benfica para 2022/23. Contudo, o Sp. Braga não abdica de receber 20 milhões de euros pelo médio, o que torna o líbio num sonho difícil de concretizar.
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