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Tatiana Pinto quer seleção feminina na força máxima no duelo contra as checas

Portuguesas vão defrontar a República Checa nos próximos dias 29 de novembro, no Estádio do Dragão, e 3 de Dezembro, em Teplice.

25 de novembro de 2024 às 21:08

A centrocampista Tatiana Pinto considerou esta segunda-feira que a seleção portuguesa de futebol feminino tem de estar a "100 por cento" para vencer a República Checa, na primeira mão do play-off decisivo de qualificação para o Europeu2025.

"É uma equipa perigosa. Ganhou recentemente à Espanha e isso indica muita qualidade e competência. Tem jogadoras experientes e mais novas e isso é uma mistura interessante, como na nossa seleção acontece. Também tem jogadoras que estão habituadas ao contexto internacional e jogam a Liga dos Campeões. São uma equipa agressiva e eu acho que esses jogos são perigosos e temos de estar a 100% para conseguir um resultado positivo e a nosso favor", afirmou a jogadora.

Tatiana Pinto falava aos jornalistas no segundo dia do estágio na Cidade de Futebol, em Oeiras, com vista ao segundo play-off de acesso ao Europeu 2025, que é disputado em duas mãos frente à República Checa, nos próximos dias 29 de novembro, no Estádio do Dragão, e 3 de Dezembro, em Teplice.

"Acho que o nosso pior adversário somos nós próprias. Se não estivermos no nosso melhor vamos sofrer, mas se nós, como equipa, estivermos todas em sintonia, focadas e mental e fisicamente preparadas, e a seguir o plano de jogo, podemos tornar as coisas muito mais fáceis. É isso que tem acontecido e por isso é que as coisas nos têm corrido bem, porque temos todas as jogadoras a pensar de igual modo ao mesmo tempo. Não é fácil, mas é uma grande vantagem e pode ser por aí que na sexta-feira tenhamos todo o sucesso", considerou.

Questionada sobre os momentos mais marcantes vividos pela equipa das 'quinas', Tatiana Silva realçou as presenças recentes no Europeu e no Mundial, neste caso, pela primeira vez: "Foi dizer ao mundo 'Portugal está aqui e contem connosco'".

Sobre a sucessão de jogos sem perder, com o recorde - 10 no total - a ser estabelecido no play-off anterior frente ao Azerbaijão (superando o registo obtido entre 2010 e 2011), a média desvalorizou as estatísticas e destacou o trabalho desenvolvido.

"Não nos focamos em recordes, eles acabam por ser a consequência daquilo que fazemos no dia a dia. Aquilo que temos vindo a fazer é dar o nosso melhor por Portugal e os recordes que temos batido são um resultado da qualidade, de todo o investimento da federação e dos clubes, e de todas as pessoas que estão envolvidas no futebol feminino. Isso sim, dá valor", considerou.

A internacional lusa deixou ainda um convite para que o público acorra em grande número ao Dragão, para apoiar as 'navegadoras'.

"Pode ser um dia histórico, mais uma vez, um dia bonito para o futebol feminino português e vamos tentar normalizar a coisa e que aconteça cada vez mais", sublinhou.

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