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Correio da Manhã

Desporto
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Vídeo-árbitro decisivo no Paços de Ferreira - Vitória de Guimarães

Nuno Almeida validou golo minhoto mas vídeo ajudou árbitro a mudar o julgamento inicial.
Carlos Alexandre Teixeira 27 de Agosto de 2017 às 09:15
Paços de Ferreira e V. Guimarães empataram este sábado
Paços de Ferreira e V. Guimarães empataram este sábado
Paços de Ferreira e V. Guimarães empataram este sábado
Paços de Ferreira e V. Guimarães empataram este sábado
Paços de Ferreira e V. Guimarães empataram este sábado
Paços de Ferreira e V. Guimarães empataram este sábado
Paços de Ferreira e V. Guimarães empataram este sábado
Paços de Ferreira e V. Guimarães empataram este sábado
Paços de Ferreira e V. Guimarães empataram este sábado
Paços de Ferreira e V. Guimarães empataram este sábado
Paços de Ferreira e V. Guimarães empataram este sábado
Paços de Ferreira e V. Guimarães empataram este sábado
Paços de Ferreira e V. Guimarães empataram este sábado
Paços de Ferreira e V. Guimarães empataram este sábado
Paços de Ferreira e V. Guimarães empataram este sábado
Paços de Ferreira e V. Guimarães empataram este sábado
Paços de Ferreira e V. Guimarães empataram este sábado
Paços de Ferreira e V. Guimarães empataram este sábado

Paços de Ferreira e V. Guimarães empataram este sábado com o vídeo-árbitro (VAR) a ser determinante, permitindo que o árbitro Nuno Almeida corrigisse a decisão e anulasse um golo do vimaranense Hurtado, numa jogada precedida de falta a meio-campo sobre um jogador pacense.


Este lance, aos 49’, dava vantagem no resultado ao V. Guimarães, a melhor equipa em campo, mas sem conseguir disfarçar debilidades na finalização e, sobretudo, capitalizar a superioridade numérica, após expulsão de Mabil, por alegada agressão a Jubal, aos 43’.

O nulo neste jogo da quarta jornada premeia a atitude guerreira dos pacenses na defesa do empate e castiga um Vitória que mostrou mais argumentos, mas que só no começo, por Rafael Martins, em duas ocasiões, aos 2’ e 4’, e no final, através de Kiko e Hélder Ferreira, esteve perto de marcar.

Mesmo sem conseguir ligar o jogo, sendo mais reativo e menos agressivo, o Paços conseguiu algum equilíbrio a partir dos 20’, fez um golo bem anulado por posição irregular do apagado Xavier e acabou a primeira parte com um remate de Welthon que Douglas defendeu a custo para canto. O segundo tempo viveu muito do coração dos pacenses reduzidos a 10 e do conforto que a decisão do VAR deu à equipa.

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