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Correio da Manhã

Desporto
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Virose, autogolo e penálti: Sporting vence V. Setúbal sem brilho no Bonfim

Leões ficaram à espera que o vírus facilitasse a vitória, mas acabaram por passar por dificuldades inesperadas no Bonfim.
Mário Figueiredo 12 de Janeiro de 2020 às 10:18
V. Setúbal - Sporting
V. Setúbal - Sporting
V. Setúbal - Sporting
V. Setúbal - Sporting
Apanha-bolas de máscara na partida do Sporting frente ao V. Setúbal
Apanha-bolas de máscara na partida do Sporting frente ao V. Setúbal
Apanha-bolas de máscara na partida do Sporting frente ao V. Setúbal
Apanha-bolas de máscara na partida do Sporting frente ao V. Setúbal
Apanha-bolas de máscara na partida do Sporting frente ao V. Setúbal
V. Setúbal - Sporting
V. Setúbal - Sporting
V. Setúbal - Sporting
V. Setúbal - Sporting
Apanha-bolas de máscara na partida do Sporting frente ao V. Setúbal
Apanha-bolas de máscara na partida do Sporting frente ao V. Setúbal
Apanha-bolas de máscara na partida do Sporting frente ao V. Setúbal
Apanha-bolas de máscara na partida do Sporting frente ao V. Setúbal
Apanha-bolas de máscara na partida do Sporting frente ao V. Setúbal
V. Setúbal - Sporting
V. Setúbal - Sporting
V. Setúbal - Sporting
V. Setúbal - Sporting
Apanha-bolas de máscara na partida do Sporting frente ao V. Setúbal
Apanha-bolas de máscara na partida do Sporting frente ao V. Setúbal
Apanha-bolas de máscara na partida do Sporting frente ao V. Setúbal
Apanha-bolas de máscara na partida do Sporting frente ao V. Setúbal
Apanha-bolas de máscara na partida do Sporting frente ao V. Setúbal
Virose, autogolo e penálti. São as três palavras que definem o jogo deste sábado que valeu um triunfo (3-1) sem brilho do Sporting frente a um brioso V. Setúbal.

A virose que afetou o plantel sadino, em que só dois jogadores ficaram imunes, obrigou Julio Velázquez a mudar mais de meia equipa. Só contou com quatro dos habituais titulares (André Sousa, Éber Bessa, Carlinhos e Zequinha).

Silas não tinha Acuña, por opção, e Doumbia, por lesão. Mesmo assim, o Sporting pareceu uma equipa intranquila. A tática passou por esperar que o vírus atuasse e adormecesse os sadinos. Sempre a duas velocidades, parado e devagarinho, os leões conseguiram chegar à vantagem através de... um autogolo de João Meira.

Sem capacidade para acelerar, os leões ampliaram a vantagem de penálti. Falta cometida sobre Bruno Fernandes, com o médio a não perdoar e a fazer o 2-0 antes do intervalo.

O leão parecia contagiado pela doença sadina. Apático, acabou por levar um murro no estômago num golão de Carlinhos. Maximiano e Mathieu não ficaram nada bem no lance.

O Sporting encolheu-se e os sadinos cresceram. Guedes ainda cabeceou à trave e na recarga atirou por cima. No entanto, quem tem Bruno Fernandes tem golo.

O capitão acabou por minimizar os estragos e fazer o 3-1, numa jogada individual.

Três pontos para os leões, num jogo em que os seus jogadores pareciam mais doentes do que os sadinos.

Análise
+Brio sadino
Os jogadores sadinos lutaram como puderam e com as armas que tinham. Uma vontade de campeão para defender o clube. Esforçados e briosos acabaram por dignificar o clube. O golo de Carlinhos foi o prémio para o esforço realizado.

-Liga Portugal
A Liga tem a obrigação de criar condições para poder adiar um jogo num caso idêntico a este. Deixar a decisão nas mãos dos clubes intervenientes prejudica sempre o mais pequeno. É que o grande pode sempre pagar para adiar um jogo...

Arbitragem tranquila
Tiago Martins teve uma arbitragem tranquila. Bem no penálti assinalado pela falta de Pirri sobre Bruno Fernandes. Benefício da dúvida num empurrão de Leandro Vilela sobre Wendel.

De resto limitou-se a acompanhar os lances em ritmo... lento.

Bruno Fernandes foi vacina para a melancolia leonina
o Maximiano – Tem culpas no golo de Carlinhos e ficou a ver uma bola a bater na trave. Intranquilo a jogar com os pés;

o Ristovski – Dinâmico no flanco direito, é ele quem cruza no autogolo de João Meira. Grande corte num livre de Éber Bessa;

Coates –Limitou-se a ajudar a circular a bola. Viu um amarelo e falha o dérbi;

Mathieu – No melhor pano cai a nódoa. Perdeu a bola no golo de Carlinhos;

Borja – Substituiu Acuña e cumpriu, embora não tenha deslumbrado;

Battaglia – Regressou à titularidade e aproveitou para ganhar ritmo a pensar no dérbi;

Wendel – Começou a jogada do primeiro golo e ficou a pedir penálti após empurrão de Leandro Vilela;

Bolasie – Ativo no jogo ofensivo. Tem um cruzamento perigoso para a área que foi defendido por Milton;

Vietto – Dois remates com perigo que acabaram nas mãos do guarda-redes. Fez o passe a queimar para Mathieu;

Luiz Phellype – Um amarelo no segundo minuto condicionou o resto do jogo. Ficou tímido e inofensivo;

Rafael Camacho – Entrou com tudo. Uma boa jogada e um remate perigoso;

Pedro Mendes – Estreia discreta na Liga;

Jesé – Apagado.
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