Governo limita adeptos nos estádios nos Jogos Olímpicos Tóquio2020, mas organização ainda não decidiu

Limite de dez mil espetadores nos estádios estará em vigor entre julho e agosto.

16 de junho de 2021 às 11:59
Jogos olímpicos
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O governo japonês vai limitar a entrada de espetadores em recintos desportivos a um máximo de 10.000 pessoas, seja qual for a situação da pandemia de covid-19 numa medida que pode abranger os Jogos Olímpicos Tóquio2020.

A solução foi apresentada esta quarta-feira pelo ministro responsável da pasta do combate à pandemia, Yasutoshi Nishimura, e é apoiada pela comissão de especialistas que tem assessorado o governo japonês.

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O limite de 10.000 espetadores nos estádios estará em vigor entre julho e agosto, coincidindo com a organização dos Jogos Olímpicos de Tóquio2020, entre 23 de julho e 08 de agosto, mas a organização ainda não definiu se permite a entrada de público.

Caso opte por essa situação, o acesso dos espetadores estará de acordo com as diretrizes do governo.

O novo limite é mais específico do que o anterior, em que era possível a entrada de 5.000 espetadores ou 50% do total da capacidade das instalações desportivas, o que permitiria, antes deste novo 'teto', que o Estádio Olímpico de Tóquio tivesse 34.000 pessoas.

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Esta medida aplica-se a todo o país, mesmo nas regiões fora do estado de emergência sanitária, como a que se vive atualmente em Tóquio.

Para o especialista da área da saúde Shigeru Omi, um dos assessores do governo, esta proposta de 10.000 espetadores é "mais dura", e reflete o risco que existe na assistência massiva nos eventos desportos.

Para Tóquio2020 é expectável que exista uma decisão em relação aos espetadores até ao final do mês, após a organização dos Jogos Olímpicos ter anteriormente comunicado o veto à entrada de visitantes estrangeiros durante o evento, como medida preventiva na propagação do novo coronavírus.

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A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.813.994 mortos no mundo, resultantes de mais de 176,1 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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