Paraquedistas morrem ao tentar formar anéis olímpicos

Emaranhado dos equipamentos na origem do acidente.

01 de julho de 2016 às 11:10
São Paulo, Boituva, morte, desporto, Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, atletismo Foto: Direitos Reservados
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Dois paraquedistas brasileiros morreram quando tentavam, com outras 28 pessoas, formar os anéis olímpicos no ar, revelaram as autoridades do estado de São Paulo.

Segundo o relatório da Polícia Civil, o acidente, aparentemente provocado por um emaranhado dos equipamentos de ambos os paraquedistas na sua descida, ocorreu na quarta-feira em Boituva, a 117 quilómetros de São Paulo - a capital regional - considerado um dos polos nacionais para a prática de paraquedismo.

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No acidente, que ocorreu no final da acrobacia coletiva, morreram Gustavo Correa Garcezm de 39 anos - campeão nacional e com vários recordes sul-americanos - e Guilherme Bastos Padilha - de 47 e também instrutor de paraquedismos.

Bastos Padilha morreu vítima de um traumatismo craniano e Correa Garcez conseguiu ser levado com vida a um hospital de Boituva, onde faleceu minutos depois.

Os equipamentos passaram por uma perícia policial para determinar as causas do acidente.

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O comité organizador dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016, que vão começar a 5 de agosto, realçou que a atividade dos paraquedistas não fazia parte da preparação para a cerimónia inaugural do evento de verão.

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