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Correio da Manhã

Desporto

Carlos Lopes, o herói de ouro nos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 1984

Fundista abre a porta para Portugal entrar no caminho do Desporto ao mais alto nível.
Ricardo Tavares 11 de Agosto de 2019 às 06:00
Carlos Lopes, o herói de ouro em Los Angeles. Campeão Olímpico em 1984
Carlos Lopes, o herói de ouro em Los Angeles. Campeão Olímpico em 1984
Carlos Lopes, o herói de ouro em Los Angeles. Campeão Olímpico em 1984
Carlos Lopes, o herói de ouro em Los Angeles. Campeão Olímpico em 1984
Carlos Lopes, o herói de ouro em Los Angeles. Campeão Olímpico em 1984
Carlos Lopes, o herói de ouro em Los Angeles. Campeão Olímpico em 1984
Carlos Lopes, o herói de ouro em Los Angeles. Campeão Olímpico em 1984
Carlos Lopes, o herói de ouro em Los Angeles. Campeão Olímpico em 1984
Carlos Lopes, o herói de ouro em Los Angeles. Campeão Olímpico em 1984
Carlos Lopes, o herói de ouro em Los Angeles. Campeão Olímpico em 1984
Carlos Lopes, o herói de ouro em Los Angeles. Campeão Olímpico em 1984
Carlos Lopes, o herói de ouro em Los Angeles. Campeão Olímpico em 1984
Carlos Lopes, o herói de ouro em Los Angeles. Campeão Olímpico em 1984
Carlos Lopes, o herói de ouro em Los Angeles. Campeão Olímpico em 1984
Carlos Lopes, o herói de ouro em Los Angeles. Campeão Olímpico em 1984
A grande passada de Carlos Lopes, ao longo das duas horas, nove minutos e 21 segundos que demorou a percorrer os 42,195 quilómetros da maratona dos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984, traduziu-se num gigantesco passo para o Desporto Português. Foi melhor, primeiro.

Melhor, porque derrotou a concorrência, como quem bebe um simples copo de vinho tinto. Primeiro, porque, graças às pernas e coração, à cabeça e ao trabalho, que fizeram dos difíceis treinos uma corrida fácil, obrigou o Mundo a curvar-se perante a bandeira que carregamos no peito e o hino que nos enche de orgulho.

Carlos Lopes, leão de todas as águias e dragões, mostrou ao Mundo que em Portugal também há atletas, atletismo, Desporto. E fez ver ao País que, com trabalho, muito trabalho, e planeamento, podemos dizer, claramente, como tanta vez sublinhou: "Não, não somos um povo inferior".

O Homem que sofreu até à grande conquista, o atleta que abriu a porta para Portugal entrar no caminho do Desporto de mais alto nível, fez com que muitos, no País e no Mundo, se revissem nele, procurando ser como ele. Mas ele é único. Ele é um herói de ouro e de um povo que, naquele 12 de agosto de há 35 anos, já madrugada de 13 por cá, correu nas quinas da camisola com o dorsal Nº 723, metro a metro, segundo a segundo, com o coração a chorar, ao contrário dele, que nem uma lágrima de alegria soltou. Afinal, "era apenas uma vitória", diz ao CM.

Era ‘só’ uma medalha de ouro, inspirada, também, na sua referência, Manuel Oliveira, outro sportinguista e igualmente beirão, 4º classificado nos 3000 metros obstáculos nos Jogos Olímpicos de Tóquio, 1964.
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