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Correio da Manhã

Desporto

Efeitos do furacão Leslie obrigam ao cancelamento de rali na Mata Nacional de Leiria

Furacão "acabou por deixar todas as estradas previstas para a realização da prova intransitáveis".
29 de Outubro de 2018 às 17:02
Efeitos do furacão Leslie obrigam ao cancelamento de rali na Mata Nacional de Leiria
Efeitos do furacão Leslie obrigam ao cancelamento de rali na Mata Nacional de Leiria
Efeitos do furacão Leslie obrigam ao cancelamento de rali na Mata Nacional de Leiria
Efeitos do furacão Leslie obrigam ao cancelamento de rali na Mata Nacional de Leiria
Efeitos do furacão Leslie obrigam ao cancelamento de rali na Mata Nacional de Leiria
Efeitos do furacão Leslie obrigam ao cancelamento de rali na Mata Nacional de Leiria
A organização do Rali CAMG anunciou esta segunda-feira o cancelamento da prova, agendada para 15 de dezembro, em resultado dos estragos provocados pelo furacão Leslie na Mata Nacional de Leiria.

Segundo um comunicado do Clube Automóvel da Marinha Grande (CAMG), o percurso estava "100% definido" e tudo "completamente preparado a nível logístico" para a prova ter lugar no interior da Mata Nacional de Leiria, entre a Marinha Grande e São Pedro de Moel.

Mas o furacão "acabou por deixar todas as estradas previstas para a realização da prova intransitáveis".

O presidente do clube, Nuno Jorge, assume que o rali "representava enorme importância" na agenda competitiva do CAMG, mas reconhece que, dada a extensão dos estragos nas matas nacionais, "uma vez mais fustigadas pelas forças da natureza", foi "impossível estudar, preparar e organizar uma prova em tempo útil", prometendo nova edição para 2019.

A passagem do furacão Leslie por Portugal, onde chegou como tempestade tropical, provocou 28 feridos ligeiros e 61 desalojados no fim de semana de 13 e 14 de outubro.

A Proteção Civil mobilizou 8.217 operacionais, que tiverem de responder a 2.495 ocorrências, sobretudo queda de árvores e de estruturas e deslizamento de terras.

O distrito mais afetado pelo Leslie foi o de Coimbra, onde a tempestade, com um "percurso muito errático", se fez sentir com maior intensidade, segundo a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).

Na Figueira da Foz, uma rajada de vento atingiu os cerca de 176 quilómetros por hora no dia 13, o valor mais elevado registado em Portugal, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
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