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Correio da Manhã

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Só falta Governo"assinar por baixo" para que Moto GP se realize em Portimão em 2022

Presidente da Federação Internacional de Motociclismo não descartou a possibilidade de em 2020 ou 2021 o GP voltar a Portugal.
Lusa 3 de Novembro de 2019 às 16:23
Jorge Viegas, presidente da Federação Internacional de Motociclismo
Jorge Viegas, presidente da Federação Internacional de Motociclismo
Jorge Viegas, presidente da Federação Internacional de Motociclismo
Jorge Viegas, presidente da Federação Internacional de Motociclismo
Jorge Viegas, presidente da Federação Internacional de Motociclismo
Jorge Viegas, presidente da Federação Internacional de Motociclismo
Jorge Viegas, presidente da Federação Internacional de Motociclismo
Jorge Viegas, presidente da Federação Internacional de Motociclismo
Jorge Viegas, presidente da Federação Internacional de Motociclismo
O presidente da Federação Internacional de Motociclismo (FIM) disse este domingo à Lusa que só falta o Governo de Portugal "assinar por baixo" para que o MotoGP se realize em 2022 em Portimão.

"Há um pré-acordo com o autódromo de Portimão, agora falta o Governo, como se costuma dizer, assinar por baixo", afirmou à Lusa em Sepang, Malásia, no final da prova do Grande Prémio da Malásia de MotoGP.

Garantindo que "toda a gente quer ir a Portugal", o português acrescentou que o aval já foi dado, por parte da FIM, da Dorna (empresa que detém os direitos comerciais do MotoGP) e do organizador, faltando agora a confirmação por parte do Governo.

"São contratos que custam dinheiro para trazer o espetáculo a qualquer país e agora falta assegurar o financiamento para, pelo menos, três grandes prémios", sublinhou Jorge Viegas, acrescentando que a ideia da Dorna é que pelo menos três provas possam ser realizadas em Portugal, em cinco anos, a partir de 2022.

O presidente da FIM não descartou a possibilidade de em 2020 ou 2021 o GP voltar a Portugal: "Se houver alguma desistência é Portimão que entra".

O Estoril, disse, "é publico que também quer" o MotoGP depois de 2021. A solução, neste caso, era passar a haver "uma rotação entre Superbike e MotoGP" entre a freguesia de Cascais e a cidade algarvia.

"Este era o figurino que mais me agradava, porque aí teríamos sempre corridas de topo nos dois circuitos", frisou, ressalvando, contudo, que "isso é algo que Portimão e o Estoril têm de combinar entre eles".
Governo de Portugal Portimão Moto FIM Lusa MotoGP Dorna Estoril Portugal desporto
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