Ana Nave: “Emigrava para os antípodas”
A atriz que faz de ‘Maria do Carmo’ em ‘Depois do Adeus’ recorda o Portugal de 1974 como “um país em mudança”. Hoje em dia, se a isso fosse obrigada, Ana Nave ia trabalhar para bem longe daqui.
Nasceu em 1967 e estreou-se na série ‘Duarte e Companhia', em 1998. Atriz e encenadora, destacou-se em produções da RTP, SIC e TVI, como ‘Capitão Roby', ‘Jardins Proibidos', ‘Filha do Mar', ‘Saber Amar', ‘Rosa Fogo',‘Liberdade 21' e ‘Conta-me como foi', entre outras. Ana Nave Tem uma filha que estuda representação.
Diz não ter áreas de eleição no exercício da profissão que escolheu, mas admite que o teatro é a base para o crescimento de um ator. Ana Nave - que ainda não perdeu a esperança de ter mais papéis no cinema - trabalha como freelancer na profissão que "sempre quis ter". Nunca está parada. A atriz e encenadora acredita que a "vida faz-se caminhando".
Se tivesse poder, nem que fosse por apenas um dia, Ana Nave procedia a remodelações profundas, inspirava-se em grandes figuras da política internacional e investia na "qualidade do ensino e no acesso gratuito a escolas e universidades".
A resposta escolhida surge a sublinhado
- Protagonista da série ‘Depois do Adeus', na RTP, teve a possibilidade de reviver o pós-25 de abril e o regresso dos portugueses que estavam em África. Desses anos, recorda...
b) Com o olhar de uma criança de cinco anos
c) Acima de tudo, o novo simbolismo dos cravos vermelhos
- "Sou o que sempre quis ser", esta frase é sua. Com isso quis dizer que...
a) O sonho comanda a vida e temos sempre a última palavra
b) Esforcei-me muito para chegar onde estou
c) Acredito no destino e não poderia ser outra coisa senão atriz
d) Outra hipótese: Que o caminho se faz caminhando
- Convidada a defender os artistas no Parlamento, vestia a pele de que personagem da nossa história?
a) Maria da Fonte, imagem da revolta popular
b) Padeira de Aljubarrota, que simboliza a ‘pazada' que os portugueses deram aos invasores estrangeiros
c) O eterno Zé Povinho
- Recebia a notícia de que um parente afastado lhe deixara uma imensa herança, mas teria de doar parte a uma causa. Optava por...
a) Ajudar a pagar a dívida soberana de Portugal
b) Financiar o Banco Alimentar Contra a Fome
c) Oferecer bilhetes para o teatro aos portugueses
d) Outra hipótese: Investia na qualidade do ensino e no acesso gratuito a escolas e universidades
- Tem carreira no cinema e teatro, mas é pelo trabalho em televisão que é mais conhecida. Para os atores, a TV é...
a) Ainda hoje, a caixa que mudou o Mundo
b) A oportunidade de ter dinheiro ao fim do mês
c) O passado, presente e futuro
- Como muitos portugueses, se fosse obrigada a deixar o País e emigrar para garantir o seu sustento, tentava a sorte em...
a) África, como fez a ‘Maria do Carmo', de ‘E Depois do Adeus'
b) Suíça, o país dos bons salários
c) Brasil, onde a língua não seria uma barreira
d) Outra hipótese: Nos antípodas
- Se assumisse o papel de uma figura de prestígio internacional durante um dia, escolhia ser...
a) Abebe Selassie, chefe da missão do FMI em Portugal, para assim mudar o destino do País
b) Papa, pois só com intervenção divina se sairá do caos
c) A atriz Charlize Theron, para ser loira e alta, nem que seja por um dia
d) Outra hipótese: Passos Coelho e demitia-me
- Estreou-se na saudosa série ‘Duarte e Companhia', em 1988, na RTP. Recorda esses tempos como...
a) Uma enorme comédia
b) Afinal, não mudámos assim tanto
c) A ingenuidade não tem preço
- Se tivesse a oportunidade de contracenar com um grande ator, escolhia...
a) George Clooney, mesmo que apenas num anúncio
b) Robert de Niro, eternamente premiado
c) Daniel Day-Lewis, para honrar a cultura europeia
d) Outra hipótese: Michael Fassbender, por curiosidade
- O que levava para uma ilha deserta?
a) Um aparelho de DVD e muitos filmes
b) Um biquíni e creme solar
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