Diana Pereira: “Velocidade é bálsamo da juventude”

A modelo portuguesa entrou no mundo da moda aos 14 anos, ao vencer o concurso internacional Supermodel of the World. Casada com o piloto Tiago Monteiro, é fã das corridas de automóveis.

24 de fevereiro de 2013 às 15:00
Diana Pereira: “Velocidade é bálsamo da juventude” Foto: Ricardo Meireles
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Nascida em Coimbra, a 1 de Abril de 1983 (o dia das mentiras), estava na escola secundária quando se viu catapultada para a fama. A vitória no concurso da agência Ford abriu-lhe as portas da moda internacional. Aos 29 anos, a modelo que em tempos praticou Body Combat é mãe de um casal: Mel e Noah.

Foi por brincadeira que experimentou conduzir um carro de corridas, mas a paixão foi tão forte que Diana Pereira começou rapidamente a fazer competições de todo-o-terreno e ralis. No mundo das corridas conheceu o marido, o piloto Tiago Monteiro, que já passou pela Fórmula 1. Diana continua a fazer trabalhos de moda e tem também assinado criações suas – recentemente lançou uma coleção de joias.

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Como atriz, entrou no filme ‘Pedro e Inês’. Mãe extremosa, diz que quer ter mais filhos, mas não se importaria de ajudar o Governo, se lhe dessem um cargo relacionado com o desporto.

A resposta escolhida surge a sublinhado

- Aos 14 anos venceu o concurso Supermodel of the World. Quando soube da vitória pensou...

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a) Acordem-me que isto deve ser um sonho...

b) A minha vida nunca mais vai ser a mesma

c) Onde está um buraco para eu me esconder?

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- Sobre essa conquista, disse numa entrevista: "Até hoje não percebi muito bem por que concorri, pois nunca quis ser manequim." Que faria hoje a Diana Pereira se nunca tivesse ganho o prémio?

a) Seria fotógrafa de moda

b) Teria apostado no design

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c) Nem tive tempo de escolher o que queria fazer ‘quando fosse grande’ ["na altura queria seguir medicina veterinária, e uma das minhas principais atividades era o desporto"]

- É conhecida a sua paixão pelo desporto automóvel. De onde nasceu esse gosto?

a) Na moda vive-se tudo a correr, se calhar veio daí o vício

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b) Quando se está com um volante nas mãos não se pensa em mais nada. Precisava de um escape

c) Descobri que a adrenalina da velocidade é o bálsamo da eterna juventude ["além do amor, claro"]

- Foi no mundo automóvel que conheceu o seu marido, o piloto Tiago Monteiro. Quando pensa na carreira dele...

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a) Não consigo evitar o terrível medo de que aconteça um acidente durante as provas

b) Sinto um enorme orgulho das conquistas que ele tem conseguido

c) Tenho muita inveja de não estar em pista a competir

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- Que conselho daria a uma jovem de 14 anos que começasse agora a dar os primeiros passos na moda?

a) Não te deixes levar por euforias e faz tudo para continuares a ser quem és

b) Aproveita ao máximo a experiência porque a moda tem vida curta

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c) Lembra-te que só têm sucesso os que se esforçam a valer

- Num desfile histórico, assumiu o papel de Inês de Castro. Que outra personagem histórica portuguesa gostaria de encarnar?

a) Amália, a voz de todos nós

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b) Maria de Lourdes Pintasilgo, a única mulher que liderou um governo

c) Isabel, a Rainha Santa, que tanto ajudou os mais pobres ["que também já interpretei numa curta"]

- Recentemente estreou-se como designer de joias. Se pudesse fazer uma peça que representasse o País, que motivo escolheria?

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a) Um símbolo do euro, que parece ser tudo o que importa neste momento

b) Um coração de filigrana, porque precisamos de alento para o que aí vem

c) Um avião, porque o melhor é fugir daqui, e depressa

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- Imagine que recebe um telefonema de Passos Coelho a convidá-la para o Governo. Que pasta aceitaria?

a) Ia para o Ministério da Economia, promover a moda nacional

b) Podia dar uma mãozinha na Secretaria de Estado do Desporto

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c) Não é tempo de amadores na política, embora haja muitos...

- Que país gostaria de deixar aos seus filhos, Mel e Noah?

a) Uma nação que não obrigasse os jovens a emigrar para ter empregos decentes

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b) Um país livre de dívidas e com a sua soberania intacta

c) Um Portugal onde os políticos fossem responsabilizados pelos erros que nos arrastam para a penúria

d) Outra hipótese: no fundo, escolhia todas as alíneas anteriores

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