Robôs dançantes, impressoras 3D, máquinas do tempo e outras engenhocas transformaram o Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, entre os últimos dias 19 e 21, no maior palco de tecnologia e ciência de Portugal.
Numa organização da Ciência Viva, a primeira edição da Lisbon Mini Maker Faire, um evento à escala mundial, juntou cientistas, inventores e outros entusiastas sob o lema ‘faça você mesmo’.
O objetivo é proporcionar o encontro entre makers ou ‘fazedores’, nacionais e estrangeiros, e público. "Esta é uma feira de ‘faz tudo’. Tudo aquilo que se quiser e que se imaginar poder fazer, existe aqui.
É um grupo de ‘faz tudo’ com formação muito variada, como por exemplo, em engenharia, eletrónica e mecânica. Além de gostarem de experimentar, gostam de partilhar e isso é notável", sublinha Rosalia Vargas, presidente da Ciência Viva e da ECSITE (European Collaborative for Science, Industry and Technology Exhibitions), a organização europeia de centros e museus de ciência.
A feira de ‘engenhocas’ recebeu 280 makers, a maioria portugueses, e mais de 9 mil visitantes de todas as idades. Os números ultrapassaram a expectativa da organização, que já garantiu uma nova edição. A Maker Faire nasceu nos EUA háoito anos e chegou agora a Portugal para a dar a conhecer a crânios da tecnologia.
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