Marisa Matias: "Levei um bigode para o Parlamento"

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><font size="3"><font face="Calibri">Foi a coisa mais louca que a eurodeputada fez em Bruxelas “para denunciar a desigualdade de salários entre homens e mulheres”. Por lá também aprendeu que “mudar o mundo é difícil (mas possível)”</font></font>

17 de março de 2013 às 15:00
Teste Americano, Marisa Matias,
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Marisa Matias nasceu em 1976. Encabeçou a lista do Bloco de Esquerda nas eleições à câmara municipal de Coimbra  em 2005 e foi eleita eurodeputada em 2009. No Parlamento Europeu faz parte da Comissão da Indústria, Investigação e Energia e da Comissão do Ambiente, Saúde Pública e Segurança Alimentar.

Ser jovem, bonita e estar na política é "uma luta constante pela igualdade de direitos", assume Marisa Matias. No Parlamento Europeu desde 2009, a deputada acha que 2013 "mostrou que há mais mundo para além do medo: um mundo em que o povo sai à rua para fazer a revolução". Ainda vamos a tempo – diz também Marisa Matias – de "eliminar a troika e sermos respeitados enquanto povo". Nos últimos anos, o tempo em Portugal tem sido curto, e as saudades apertam fundo, principalmente "da comida da mãe"; mas como desde sempre se lembra "de ser combativa", vai continuando a travar batalhas lá fora.

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(A resposta escolhida aparece a sublinhado)

Olhando para trás, na sua vida, a sua consciência social e as preocupações com a saúde e com o ambiente surgiram:

a)De mansinho, sem hora marcada

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b)Desde que me lembro de mim sou combativa

c)Despertei tarde para as   injustiças

Licenciou-se em Sociologia, a mesma área em que fez o mestrado e o doutoramento. Foi a sua primeira escolha profissional?

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a) Sempre quis perceber os fenómenos sociais

b) Sonhei sempre fazer carreira na política e a sociologia foi um trampolim

c) Quis ser muitas outras coisas, mas hoje sou o que sempre sonhei

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Qual foi a coisa mais louca que fez no Parlamento Europeu?

a) Dançar pelo fim da violência contra as mulheres

b) Vestir-me de negro para dizer a Merkel que a Austeridade mata

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c) Lutar pelos direitos sociais não é loucura

d) Outra hipótese: Ir para a sessão plenária com um bigode preto farfalhudo para denunciar a desigualdade de salários entre homens e mulheres

Está no Parlamento Europeu desde 2009. Durante esse tempo aprendeu:

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a)Que mudar o Mundo é difícil (mas é possível)

b) A gerir conflitos e respirar fundo

c) É uma casa de egos

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No dia 15 de setembro, saiu à rua “porque ainda vamos a tempo” – disse na altura. Hoje ainda vamos a tempo de…

a) Sermos respeitados enquanto povo

b) Eliminar a troika das nossas vidas

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c) Não é tempo de ficar em casa

d) Outra hipótese: Todas as anteriores

“Este ano mostrou-nos que há mais mundo para além do medo”. Que mundo é este?

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a)Um mundo que reproduz os ideais de Abril

b) Um mundo onde o povo sai à rua e faz a revolução (o sonho comanda a vida)

Imagine que Angela Merkel a convidava para almoçar. A Marisa poderia levar duas pessoas consigo.

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a) Passos Coelho e Vítor Gaspar, para os confrontar aos três

b) Levava um pensionista e um jovem que emigrou por causa da crise

c)Recusava almoçar com a Merkel

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A troco de um milhão de euros era convidada a mudar de profissão durante um mês. Escolhia mais facilmente:

a) Ser guia turística na Nova Zelândia

b) Cantar em cruzeiros à volta do Mundo

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c) Não troco a política por nada

d) Outra hipótese: Política não é profissão, é serviço. E, seja como for, um milhão de euros só daria dez cêntimos a cada português...

Vive fora de Portugal. Aquilo de que tem mais saudades:

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b) Dos afetos

c) Da hospitalidade dos portugueses

“Serei feminista até ao dia em que também perguntarem a um homem como é gerir a vida familiar à distância”, já disse. Ser mulher, ser jovem e bonita na política tem sido:

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a) Uma luta constante pela igualdade de direitos

c) Aprender a lidar com as gracinhas dos colegas.

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