Sexo tecnológico
É possível ter vida sexual com o parceiro mesmo à distância mesmo à distância.
A distância deixou de ser um problema. Uma empresa tailandesa inspirou-se na mitologia grega para criar a Hera e o Zeus. Brinquedos sexuais que permitem a prática de sexo, à distância, em tempo real. Os equipamentos recriam os movimentos feitos por cada elemento do casal.
O Realtouch é um equipamento semelhante, mas está direcionado para o sexo solitário masculino. Esta tecnologia sincroniza o equipamento com os acontecimentos que o utilizador está a assistir num filme. O interior, composto por silicone, recria os movimentos e lubrifica durante todo o ato sexual. Também é possível optar por uma sessão em tempo real. Através de uma ligação à internet, o utilizador vai ver e sentir o que a modelo lhe está a fazer.
Uma marca de preservativos aposta mais nos preliminares e desenvolveu roupa interior com sensores comandados por telemóvel. A Fundawear funciona através do toque - uma aplicação para smartphone que ativa pequenos sensores de movimento colocados na roupa interior. A sexóloga Marta Crawford acredita que "não há nada que substitua a relação pele contra pele", mas reconhece que quando a distância é um problema, "os brinquedos on-line têm um efeito positivo na vida sexual do casal".
SABER GLOBAL
Japão: Células estaminais
Cientistas transformaram células adultas em células estaminais em menos de 30 minutos com a ajuda de um ácido. Avanço abre caminho à cultura de tecidos e órgãos para tratamento de doenças, como o Alzheimer.
EUA: Aplicação de emergência
Bombeiro criou aplicação que, com a ajuda do Google Glass, recebe chamadas de emergência, indicações do local e da proximidade de água. App permite gravar as missões para acompanhamento na central.
Inovação: Tudo na palma da mão
É um pequeno anel que se coloca no dedo e permite transformar a palma da mão em interface tátil, através de gestos pré-programados. Funciona por Bluetooth e comunica com smartphones, TV e até com automóveis.
CIÊNCIA GLOBAL
Prémios para mulheres na Ciência
L'Oréal, UNESCO e Fundação para a Ciência e Tecnologia premiaram nesta edição Inês Gonçalves, que pretende encontrar uma terapia que remova uma bactéria do estômago que pode provocar cancro gástrico; Joana Tavares (na foto), que estuda as moléculas responsáveis pela fixação dos parasitas da malária no sistema hepático; e Luísa Neves, que desenvolve um método de reutilização do gás anestésico.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt