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Artistas de rua: O palco global onde todos podem mostrar o talento está a mudar

"A rua é a liberdade total da arte", diz António Santos, o homem-estátua da Baixa de Lisboa, distinguido nove vezes pelo ‘Guinness’.

09 de janeiro de 2022 às 15:00
Artistas de rua: O palco global onde todos podem mostrar o talento está a mudar

Quando a arte já não cabe no peito, o artista sai à rua e nasce o espetáculo: "Trabalho quando quero e como quero. A rua é a liberdade total da arte. Atuar na rua é uma prática ainda mais livre do que a própria democracia." Aos 23 anos, depois de um grave esgotamento nervoso, António Santos trocou a faculdade e o trabalho nos Hospitais da Universidade de Coimbra pela arte de rua, e há mais de três décadas que é ‘Staticman’, homem estático, em português, o primeiro homem estátua do mundo. "A rua mudou a minha vida. Adoeci e conheci a meditação e a quietude. Andei grande parte de Espanha a pé. Nessa altura, corria o ano 1987. O estar parado, na rua, salvou-me."

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